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A Bófia Existe para Levar no Lombo!

por Robinson Kanes, em 10.07.19

EPRIs2.jpgCréditos: Polícia de Segurança Pública.

 

O que vou escrever hoje não é novo, já por aqui falei de tropas especiais, como os Comandos - e de ser estranho que a negligência em mortes de recrutas seja sempre nesta força e nunca nas outras, pelo menos para os media - e da Polícia de Segurança Pública (PSP), nomeadamente, aqui e também neste artigo. Tomo sempre o cuidado de ser realista e não embarcar no discurso corrente e que dá trunfos, sobretudo aos comentadores de bancada que gostam do políticamente correcto, mesmo que estejam a cometer um erro crasso e com consequências no longo prazo. Por isso, se sou populista, pois bem, que o seja quem defende um Estado de Direito e não um estado de hipocrisia e selfies.

 

Na verdade, vão sendo mais recorrentes os casos em que agentes da PSP são recebidos à paulada, à pedrada e à pistolada em bairros problemáticos e não só. Se por um lado, um agente da PSP algema à força um indivíduo, passa a ser tema neste país e com pedidos de execução pública no pelourinho. Por outro lado, quando um agente da PSP é agredido, ou as notícias não existem, ou então ficam lá naquele cantinho bem escondido enquanto os comentadores acima mencionados, e perdoem-me a expressão, nem piam! 

 

Um deles é o comentador-mor do reino, que desautoriza a polícia (e confirma com a sua atitude a acusação de racismo contra esta) , troca abraços e tira selfies com criminosos - se eu apedrejar um polícia sou um criminoso, a não ser que existam leis diferentes para mim e para os outros - mas que não se vê a tomar uma atitude de apoio ao trabalho dos polícias! Importa recordar que são elementos da PSP que garantem a segurança do Presidente, nomeadamente, agentes do Corpo de Guarda Pessoal (CGP) integrado na Unidade Especial de Polícia (UEP).

 

Reconheço também, que podem existir abusos por parte das forças de segurança, no entanto, esta desautorização constante e esta falta de reconhecimento começa a ser escandalosa, sobretudo por parte dos habituais defensores dos coitadinhos mas que moram na Lapa e nos bairros mais ricos de Oeiras e Cascais - os mesmos que jamais tolerariam morar em locais como a Quinta da Princesa ou Cova da Moura. É fácil defender as "minorias" nas páginas dos jornais, nas televisões, na assembleia da república e nas redes sociais, ser activista no sofá e nas lentes das câmeras...

 

Mas... No meio de tudo isto, onde ficam aqueles que arriscam a vida por um salário miserável? Aqueles que muitas vezes também habitam nestes bairros e que garantem a nossa segurança. Onde está o reconhecimento da sociedade pelos nossos agentes e como pode ele existir se os mais altos cargos da nação simplesmente desrespeitam o seu papel? Onde está a discussão pública acerca da elevada taxa de suicídios, sobretudo na PSP? Os mortos não dão votos! Muitos dos polícias também não pululam nas redes sociais como tal, e por isso, não são influencers na caça ao voto e no mediatismo.

 

É fácil falar mal da polícia e quase defender um Estado onde a polícia é tratada como lixo, sobretudo quando se tem tempo de antena (tantas vezes inexplicável) nos media... Mesmo quando a grande maioria dos portugueses defende exactamente o contrário - e é isso que é preocupante! À semelhança de tantos temas, cada vez menos, o que se vê e lê por aí não é o pensamento do país real... E no longo prazo, tende a ser perigoso. 

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Homofobia e Racismo, a Arma dos Anti-Cidadania!

por Robinson Kanes, em 02.10.18

594563.jpg

Créditos: João Girão in https://ionline.sapo.pt/571845 

O Conselho da Europa baseou-se, maioritariamente, num caso de racismo (que ainda nem está encerrado) para dizer que os polícias portugueses são homofóbicos e racistas. E até podem chamar-me de populista ou fascista (agora é moda sempre que alguém não pensa como a esquerda, uma espécie ditadura invertida) mas... E quando são os polícias o alvo das agressões por parte daqueles que se dizem vitimas de rascimo? Esquecer-se-á o Conselho da Europa que até nas polícias existem muitas outras raças e orientações sexuais? O argumento de que as indivíduos de origem africana têm medo da Polícia é totalmente descabido... Eu tenho medo da Polícia e mais que medo, tenho respeito, deve apresentar uma queixa? E aqueles que têm medo de muitos indivíduos (brancos, pretos, brasileiros, africanos e tantas outras raças, culturas e nacionalidades) ao ponto de não se sentirem seguros e até vivem privados da sua liberdade, muitas vezes dentro da sua própria casa?

 

Experimentem conviver com algumas polícias por esse mundo fora (inclusive Europa) e vão ver o que são polícias que metem medo, o que são polícias racistas e homofóbicos - aliás, em muitos dos países onde tal sucede, aqueles que criticam tais práticas por cá, são os primeiros a defender tais regimes ou formas de actuar... A defender ou a ignorar o assunto, sobretudo humoristas mediáticamente elevados à categoria de intelectuais (seja lá o que isso for) e de representantes máximos da nação, algo como uma subespécie de selfie president que sempre que falam dizem que estão a transmitir o exacto sentimento de 100% da população. Uma das armas mais fortes dos últimos tempos é dizer que todos pensam assim e com isso forçar de forma suave e inconsciente quem defende exactamente o contrário.

 

Em Portugal, sempre que um polícia é abatido ou alvo de agressão pouca destaque merece - afinal até faz parte. Se um polícia em resposta a um ataque agride uma minoria é o caos! Quem protege os polícias quando as esquadras são invadidas e os agentes agredidos porque nada podem dizer ou fazer contra tantas minorias? Vivemos na ditadura das minorias em que, em alguns casos (alguns casos) ser homossexual é uma espécie de estatuto e ser de outra raça uma forma de legitimação de tudo e mais alguma coisa! Nesta fase da evolução da sociedade já nem esta discussão tem qualquer sentido, existem cidadãos e todos têm os mesmos direitos e (muito importante) deveres.

 

Não são raros os casos em que eu e outras pessoas já nos vimos envolvidos e em que, basta uma observação ou uma repreensão para sermos acusados de que estamos a cometer um acto de racismo - não deveria isso ser crime? Afinal tenho de respeitar todas as culturas (e contra isso, basta ler este espaço para perceber que o faço) mesmo que estas possam impunemente fazer o que querem sem qualquer limitação, afinal, são minorias.

 

Também o discurso demasiado protector dos partidos/movimentos do costume só acaba por ser nefasto para todos - embora possa sempre atrair os holofotes e alguns votos. Mas na verdade, no dia-a-dia, quem sofre são aqueles que pensam que estão a ser defendidos por estes e são levados, estes sim, a serem vítimas e até a serem alvo do que nos Estados Unidos se convencionou chamar de "racial hoax". São estes partidos e movimentos que, ao fim do dia, tratam os empregados de mesa ou dos bares onde fazem as suas plenárias, como lixo!

 

Começo a ter a noção de que existem cidadãos que, em termos de protecção, são mais cidadãos que outros... E também começo a ter a noção de que os grandes fundadores do "todos diferentes todos iguais" começam a alinhar numa espécie de" todos diferentes, todos iguais, mas alguns mais diferentes e mais privilegiados que os outros". 

 

Finalmente, também é estranho que se utilize um único caso (e aí uma certa comunicação social tem a sua culpa) para denegrir toda uma instituição... E porque não se tem falado na GNR? Também não é uma força policial?

 

P.S: convivo com homossexuais, pretos, azuis, amarelos, brancos, laranjas, vermelhos e o que nos preocupa mais é o facto de estarmos juntos, trabalharmos juntos, sermos amigos ou colegas e não questões transversais... Não tenho dúvidas de que, quando todos tivermos essa noção, então a sociedade será um lugar bastante melhor para se estar...

 

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O Lado Negro dos Heróis!

por Robinson Kanes, em 21.06.18

albert_einstein_photo_1920.jpg

Créditos: http://prospect.org

 

 

O caso recente da descoberta de que Einstein mostrava um comportamento racista levanta algumas questões que me parecem peculiares.

 

No caso de Einstein, podemos sempre afirmar que esse era um comportamento e uma forma de pensar vigente à época, todavia, o autor desta descoberta, Ze'ev Rosenkranz, não aceita essa desculpa muito por culpa das evidências que encontrou.  Rosenkranz salientou que à época já existia uma mentalidade mais aberta e que encarava culturas opostas de uma forma menos severa ou sem quaisquer preconceitos. A minha opinião aqui, divide-se... Contudo, sabemos que Einstein foi criado numa comunidade que também não é mais tolerante de todas.

 

Este facto leva-me à apologia de determinadas figuras da História, umas já falecidas e outras que ainda por cá vão andando. Se por um lado admiramos algumas descobertas, talentos e conquistas, raramente falamos de um outro lado - quantos artistas não são pessoas intratáveis e que não foram propriamente um bom exemplo de como se devem comportar os seres-humanos? Quantos indivíduos não são admirados e cometeram atrocidades gigantescas contra os seus, por exemplo? Não vamos mais longe: em Portugal é proibido elogiar Hitler, mas já não é de todo descabido fazer a apologia de Estaline, isto ao mais alto nível!

 

O que ainda torna tudo mais estranho, é o facto de criticarmos o nosso vizinho porque se "mete nos copos" e aplaudirmos com passadeira vermelha aquele que é viciado em drogas ou que é um corrupto. Facilmente batemos palmas a quem foge deliberadamente, e em muitos milhõs ao fisco, mas criticamos aquele que se esqueceu de pagar 50 cêntimos de parquímetro! Criticamos a nossa vizinha porque em três meses conheceu dois homens mas não criticamos a celebridade que todas as noites vende o corpo a troco de fama. Hoje, em que como alguém já disse a semana passada, se é celebridade por ser, ou seja, o título de celebridade surge porque não se é propriamente bom nisto ou naquilo mas porque se é... celebridade... Dá que pensar o modo como admiramos determinadas personagens.

 

Temo que a História ensine a actualidade a perdoar todo o mal de anos a troco de um dia na passadeira da fama ou até a justificar as maiores atrocidades desde que depois se consiga algum sucesso... Talvez os cidadãos possam ganhar consciência de que também eles, ou melhor, são eles que devem escrever a História, e não uma ou outra exaltação bem fabricada. Temo que vivamos, obviamente que nem sempre, numa espécie de cegueira e admiração por falsos ídolos.

 

Vamos acreditar, contudo, que um dos maiores criticos e figura de proa contra o racismo, tenha efectivamente mudado a sua forma de pensar e tenha morrido como um verdadeiro defensor dos direitos humanos.

Podem encontrar aqui um dos textos que Ze'ev Rosenkranz, escreveu na Time.

 

 

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Eu Defendo a PSP!

por Robinson Kanes, em 12.07.17

pspanimais.png Fonte da Imagem: http://p3.publico.pt/sites/default/files/4_2013/pspanimais.png

 

É necessário saber reservar-se: esta é a prova mais forte de independência.

Friedrich Nietzsche, in "Para Além de Bem e Mal"

 

 

Uma das formas mais interessantes que tenho de dar seguimento a este título é o facto de que sempre que alguém na PSP (Polícia de Segurança Pública) prevarica contra a lei, isso ser uma notícia que mexe com o país e com determinados sectores que não se tranquilizam enquanto não assistem a um julgamento público no pelourinho! Um pouco como o "homem que morde o cão", ou seja, que casos destes são isolados. E isso deixa-me contente e com confiança nas forças policiais...

 

Aqueles que esperam ler também um comentário ao processo que está a decorrer no âmbito das agressões no Bairro da Cova da Moura, devem procurar outro espaço, não conheço os detalhes do processo para começar a emitir juízos de valor. Apenas uma nota: a terem sido cometidos excessos, os mesmo devem ser punidos.

 

No entanto, o que me espanta é o facto de termos instituições que rejuvenescem e mostram todo o seu "poder" quando algum agente da autoridade comete um erro. Um dos maiores exemplos é a Amnistia Internacional, que tem a sua agenda própria (veja-se a tomada de posição em relação à Venezuela) e por certo encontra sempre nestas situações uma forma de "aparecer". Nunca vejo a Amnistia Internacional exaltar o trabalho das polícias quando encontram vítimas alvo de trabalho escravo ou de vítimas de tráfico de humanos, isto a título de exemplo.

 

Mas existem também outras instituições que surgem no espaço público a degradar a imagem de uma outra instituição como se de repente tomassem conhecimento deste tipo de situações pelos media mas apontando um sem número de factos passados. E até chegarmos aqui, porque não se procurou um diálogo? Se Polícia e moradores de bairros problemáticos não se entendem e se existe um sem número de instituições/associações mediadoras - muitas deles financiadas por programas nacionais e europeus, ou seja, por nós - porque é que ficamos com a impressão de que ainda há muito por fazer? Tanto dinheiro investido para tão parcos resultados, não deveria ser alvo da nossa interrogação? Tomara a muitas esquadras da PSP terem o orçamento de algumas associações de solidariedade...

 

E é interessante perceber, sempre que ocorre um crime, aqueles que dizem que os "pretos", os "ciganos", os "amarelos" e os "azuis" não são todos iguais e não devem ser metidos todos no mesmo saco, são os primeiros a medir uma instituição inteira pela mesma bitola quando têm interesse directo nesse espectáculo de achincalhamento público. Estranho paradoxo este!

 

Devemos é procurar saber o dia-a-dia de um agente da autoridade que sabe que vai sair da esquadra mas não sabe se vai voltar! As limitações, os desafios, os perigos... Devemos é procurar saber porque é que se somos todos tão amigos das pessoas destes bairros mas não fomentamos a economia destes mesmos locais! Porque é que não recrutamos aí colaboradores e nem fazemos lá as nossas compras? Porque é que não identificamos os problemas directamente e procuramos soluções? Não chega perder horas a pensar que indumentária devemos utilizar quando visitamos esses bairros, não chega ir distribuir beijinhos e dançar o funaná com um cinismo latente passar a mensagem de que somos todos os iguais.

 

Conheço as duas realidades, e de uma bancada parlamentar, de um sofá ou do alto de um título é fácil opinar e ser politicamente correcto, mas no quotidiano desses territórios, a realidade é outra... Mais uma vez, estamos focados no efeito e não na causa, porque falar de efeitos é fácil, identificar causas requer trabalho.

 

Nota de Rodapé: afinal o material furtado em Tancos valia pouco dinheiro. Não há preocupação! Deve ser porque as granadas baratas não matam tanto como as mais caras.

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Quando as Minorias São a Maioria...

por Robinson Kanes, em 02.03.17

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Juan José Gárate Clavero , O Banquete Interrompido (Museu Carmen Thyssen)

 

Dizia Lenine que as minorias têm sempre razão. Penso que tal figura histórica se regozijaria imenso com alguns episódios a que assistimos actualmente. Ontem, num jantar realizado entre amigos, não consegui fugir ao tema e dei comigo numa conversa sobre comentários em redes sociais. O que me faz escrever este artigo, no dia de hoje, está relacionado com o facto de até já existirem queixas de uma associação que dá pelo de SOS Racismo.

 

Coloco uma questão: dizer que “pretos” e “gays” ganham óscares é crime? Não elogio o modo em como o comentário foi feito, de facto, mas é motivo para tanto alarido? Que faria a associação SOS Racismo numa estação de caminhos-de-ferro alemã onde indivíduos, por norma, não alemães, são abordados pela “Polizei” de uma forma menos amistosa e são convidados a mostrar a identificação? Teria espaço para tanta acção? E quando é perfeitamente normal ir numa carruagem na República Checa e só ao indivíduo turco ser solicitada a identificação? E eu nem tenho aspecto de eslavo...

 

Que diria a associação SOS Racismo pelo facto de eu ter pedido a indivíduos de raça negra (poderia ser qualquer outra) alguma contenção, numa situação de clara violação da lei e ter sido ofendido com as palavras “não ouçam esse C... ele é branco”? Será que posso apresentar uma queixa por racismo com o apoio desta associação? Se sim, seria interessante perceber os trâmites, mas é claro, o meu caso não seria mediático. Em jeito de nota, a maioria dos indivíduos presentes nessa situação moderou o comportamento e até pediu desculpa aos “lesados”.

 

Sinto-me confortável para falar sobre estas matérias, tenho amigos pretos, brancos, amarelos, árabes, judeus, chineses, cor-de-rosa, azuis, gays, heterossexuais e com eles já trabalhei, apoiei e fui apoiado. Em relação a pretos, árabes, judeus, gays e tantos outros já partilhei muitas experiências e até uma mesa e muitos abraços.... pelo que, poupem-me ao politicamente correcto.

 

O que temo hoje em dia, é na transformação que se faz de episódios sem dimensão em autênticos crimes contra a humanidade! O que temo hoje em dia é uma ditadura das redes sociais e do politicamente correcto onde a maioria que expressar a sua opinião rapidamente é exterminada pela minoria “coitadinha”. Se há uma coisa que o genocídio no Ruanda nos ensinou é que, se protegemos demasiado uma minoria e, quando as bases dessa protecção falham, vamos ter uma grande revolta da maioria.

 

Porque é que se dá importância a um fadista (que nem é brilhante) e ninguém se revolta contra os impostos não cobrados e que estão em offshores? Porque não se dá importância aos preços proibitivos dos combustíveis? Porque é que não se questiona que um interveniente nas negociações da TAP (ao serviço do Governo e "pro bono", lembram-se?) aquando da privatização seja agora indicado para um alto cargo nessa mesma instituição?  Porque é que se faz a apologia de políticos que se venderam por um bilhete para um jogo de futebol? Perde-se demasiado tempo neste país de comadres a falar do que não interessa, a atirar chavões que depois não têm conteúdo, mas quando o assunto é o bem comum...

 

Para mim são todos cidadãos, iguais perante a lei, independentemente das orientações sexuais ou da raça e acredito que se a nossa Constituição fosse olhada como o deveria ser, e não somente para reivindicar direitos de alguns sobre a asfixia de outros, talvez muitas associações deixassem de ser necessárias. Mas quem invoca a Constituição são sobretudo os cidadãos e é a inoperância prática destes que provoca estes conflitos.

 

Encerro com uma citação de uma publicação extremamente actual e que nos pode fazer reflectir,  o "Regresso ao Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley - aqui numa fase mais triste e desencantada face ao "Admirável Mundo Novo - e que dizia que  "a liberdade é um grande bem, a tolerância uma grande virtude e a arregimentação uma grande infelicidade"... 

 

Fonte da Imagem: Própria.

 

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