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Erinnerungen an Berlin...

por Robinson Kanes, em 16.12.20

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Imagens: Robinson Kanes

 

Passam agora pouco mais de seis anos desde aqueles tempos em Berlim... Dei comigo a pensar naquela época e no pequeno Mercado de Natal na Alexanderplatz, bem pertinho do Sony Center. A noite que agora me vem à memória, colocava, no segundo, o lançamento na Europa de um dos grandes êxitos cinematográficos da época - um Harry Potter qualquer. Mas era no mercado que queria estar, uns minutos antes de jantar num restaurante que fazia umas massas na hora. Massas apetecíveis, sempre repleto de gente animada, contrastando com alguns restaurantes da área. Além disso, era mais barato e quando o dinheiro não é meu, não gosto de esbanjar, afinal tenho sempre de jantar e é orçamento do esforço de todos, além de que a minha estada era bastante longa...

 

Estreava na época um sobretudo que me ajudou a combater o frio de Berlim e acima de tudo a aguentar os passeios nocturnos perto do Marriott em Alexanderplatz. Do ir e vir até ao Reichstag, do piscar de olhos às embaixadas russas e americanas e como não poderia deixar de ser, entrar na noite com algumas passagens pela Friedrichstraße para me perder na "Dussmann Kulturkaufhaus" e escutar alguns amadores do piano a tentarem a sorte. Não poderei esquecer as fortunas que aí deixei em livros e CD (e excesso de bagagem). A obra completa de John Sebastian Bach da BachAkademie, dirigida por Helmuth Rilling e distribuída pela histórica Hänssler ainda hoje faz as delícias cá por casa. Desfrutava do Mundo, essa casa dos mortais como nos fez perceber Heidegger.

 

Alexanderplatz "era" uma área com uma pujança tremenda em termos de novas construções, modernos edifícios, confortáveis e abertos, sem esquecer um evento inesquecível numa estação de metro acabada de construir e onde, à boa maneira alemã, uma das áreas ficou em tosco, antecipando um aumento de tráfego no futuro. E como nada se desperdiça, um evento singular na estação de metro que ainda hoje recordo... Serviu de inspiração, contra tudo e contra todos, para realizar algo semelhante em Portugal e que foi um sucesso. Não foi algo muito falado, também não era essa a ideia.

 

Todavia, era ao fim do dia, entre as massas, o mercado e a boa companhia que gostava de estar. Era no percorrer as ruas vazias e austeras da cidade e de entrar naquele jardim densamente arborizado e escuro que se seguia às Portas de Brandemburgo, depois de ter percorrido a Unter den Linden, que gostava de me entregar a Berlim. Esses momentos só eram igualáveis ao pequeno-almoço no simpático restaurante do hotel com vista para a avenida e para os transeuntes que logo pela manhã se dirigiam para o trabalho. Local deveras interessante... Encantador e singelo, mas sedutor o suficiente para sentir a nova Berlim de tal forma que, sempre que possível, esse pequeno-almoço alongava-se por três ou mais quartos de hora. Nesta zona era difícil imaginar a Berlim de outros tempos, a única coisa que poderia almejar dada a minha idade. Todavia, a viagem de comboio de Schönefeld (entretanto encerrado) até ao centro aguçou-me a curiosidade: a escuridão das folhas das árvores, a lama, as valas com águas negras e uma imensa sensação de ainda estarmos do lado de lá do muro.

 

Tempo para um aparte, pois recordo-me que meti conversa com um suíço, de Zurique mas que residia em Berlim, ainda no aeroporto por causa do táxi. Acabei a acompanhá-lo no comboio. Falou-me que Berlim estava agora, em pleno século XXI, a modernizar-se muito por fruto das poupanças dos alemães ao longo do século XX e primeira década do novo milénio. Brinquei com Portugal que recebia milhões há muito, inclusive dos contribuintes alemães e teimava em não dar o salto. Riu-se, julgo, não tenho dúvidas que pensou que eu estava a brincar...

 

Foi numa dessas manhãs entre croissants e uns ovos que fiquei a reflectir no que me disse um alemão no dia anterior, depois de uma pergunta minha acerca da eficiência dos membros da sua equipa... "é muito simples, equipas motivadas, apaixonadas pelo trabalho e onde cada um sabe muito bem o que tem de fazer". É muito simples, de facto... Mas ao mesmo tempo, para alguns parece ser tão complexo, tão difícil e penoso de modo a que ninguém tente harmonizar o processo. Parece um pensamento para artigo de recursos humanos ou LinkedIn, mas se o fosse provavelmente seria apenas conversa e total inacção. 

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Na minha memória faz-se noite, volto ao mercado, faço umas compras mais locais e no centro comercial diante do mesmo, algo mais internacional. Bebo Gluwien, como os melhores lebkuchen da minha vida - e se algo desperta em mim o cookie monster, são as lebkuchen - e percebo que numa língua à época totalmente desconhecida, acabei por compreender muito daquilo que sou hoje e encontrar na frieza alemã um acolhimento singular... Das gargalhadas mais sinceras que já presenciei hoje foram aí mesmo... em Berlim...

 

Acabo esta noite a ouvir Severija, uma lituana com um bom alemão e que me deu a conhecer a banda sonora de "Babylon Berlin" com "Zu Asche Zu Staub"... Berlim traz-me boas memórias...

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O Fim da Duralex...

por Robinson Kanes, em 26.09.20

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Créditos: https://www.pinterest.pt/pin/374502525257023726/

 

Foi por Espanha, nomeadamente pelo El País, que soube do fim anunciado da Duralex. Talvez muitos não o saibam, mas a Duralex era o fabricante da "inquebrável" louça de vidro, aquela de aspecto âmbar. Uma imagem de marca dos anos 60 e 70!

 

Recordo-me de, em casa dos meus pais, existirem dois conjuntos: um que se utilizou e mais tarde se deu a uma família carenciada e o outro, intocado que, muito recentemente, me foi doado pela minha mãe - lembro-me dessa primeira doacção, parecia novo apesar do muito uso. Como me recordo, à semelhança de outros, de ouvir dizer "este conjunto que comprámos em Espanha". A Duralex era um ícone das louças mais comuns, em Espanha teve um tremendo sucesso, uma espécie de louça de Sacavém e até teve destaque no original da série "Conta-me como Foi", uma "cópia do original "Cuéntame". 

 

Ao longo dos anos assisti à morte de muitas louças caras, mas a Duralex sobreviveu ao passar dos anos e à minha capacidade de partir pratos e copos devido a umas mãos escorregadias para louças.

 

Dura lex, sed lex, seria a inspiração e slogan para o nome da marca, por incrível que pareça. Desenvolvida pelo actual gigante "Saint-Gobain", os franceses detentores da antiga COVINA em Portugal, e depois de vários investimentos, não resistiu à crise actual causada pela quebra no consumo e no fecho da economia e cedeu.

 

A louça utilitária (ainda me causa alguma impressão o conceito de "louça decorativa") que já era uma peça vintage, despede-se assim e encerra mais uma recordação de um velho/novo Mundo. Talvez agora, seja a oportunidade de sair das cozinhas e das salas dos menos abastados e ocupar a mesa dos mais ricos ou dos locais mais nobres, afinal, a morte transforma a miséria em nobreza.

 

Não estou presente na casa que agora está mais rica com estas peças, mas por certo, aquelas peças, daquele conjunto, terão ainda um maior valor afectivo, pois além da memória dos meus pais serão também a memória de uma época.

 

Duralex, eterna lutea...

 

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De Almourol a Recordar...

por Robinson Kanes, em 14.03.19

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Imagens: Robinson Kanes

 

Poderia vir aqui repetir a história do Castelo de Almourol mas tenho de admitir que as recordações que este castelo e toda a área envolvente me trazem vão bem para além do monumento em si e do seu carácter histórico. 

Tenho em mim a memória daqueles fins de tarde na companhia do meu pai, depois do serviço... Recordo-me dos militares a usufruirem do Tejo, quer com a sua ponte do regimento de engenharia, quer com banhos naquelas águas como refrescante de horas e horas de treino ali mesmo em cima, em Tancos... Ou então ainda mais acima pois eram, na sua maioria, paraquedistas. 

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Almourol era o pôr do sol que no Ribatejo e também no Alentejo tem uma luz especial e onde disputava o seu protagonismo com Vila Nova da Barquinha ou até com o Arrepiado, quando se atravessava para a margem sul do Tejo via Constância ou via Chamusca. Fins de tarde quentes e onde escutei mil e uma histórias e ensinamentos - talvez algumas tenham feito de mim o homem que sou hoje! 

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Almourol traz-me também à memória a vontade de, ainda miúdo, querer atravessar aquelas águas a nado e descobrir os segredos do castelo - dizia o meu pai, para me assustar, que ainda lá se encontravam cavaleiros do templo e que todo o cuidado era pouco.

 

Hoje apeteceu-me recordar mais um pouco desses tempos no Ribatejo, das tardes em Praia do Ribatejo, de Constância, da Atalaia e das muitas amizades que se faziam na Asseiceira, já a caminho de Tomar.

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"Hold On"...

por Robinson Kanes, em 01.02.18

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Fonte da Imagem: Própria.

 

Estava agora a ouvir umas músicas no laptop (computador, mas laptop é fancy assim para o cool style, vintage a apelar ao fashion) enquanto terminava um projecto, e dou comigo a ouvir e a recordar uma música... Ainda por cima daquelas que tenho guardadas na pasta onde se encontram alguns dos meus maiores segredos (maus).

 

Esta era uma daquelas músicas que imperativamente constavam na pasta do nosso grupo de amigos lá de casa, aquando do meu primeiro curso... E sim, tenho de confessar que esta se encontrava numa pasta partilhada em rede que era o "Best of ir ao... frango ainda jovem".

 

Sim, já estou a dar cabo da reputação ao dizer que sei de cor o refrão...

 

"Hold on to me.
Yeah, and I said, hold on.
Ev'rything's gonna be alright,
Just hold on to me tonight."

 

De facto, era daquelas músicas que lá passavam por casa e punham o João a pensar na namorada que estava longe, ou então que me davam uma certa vontade de sair e conhecer a mulher dos meus sonhos numa noite estudantil recheada de copos, cheia de podridão e pouca vergonha... A mulher dos meus sonhos que iria aparecer com uma valente carraspana e desejar-me para sempre...  Não...

 

De facto, como tantas outras músicas, eram estas que ouvíamos quando já não queríamos saber se tinhamos aquele ar de reguilas ou nos orgulhávamos do Honda do João me ter ultrapassado a 220km/h quando eu já ía no 206 a 160km/h e a fazer voar os plásticos do pára-choques, os faróis e tudo o resto - mas sempre com uma sinfonia de Beethoven como fundo - há que ser mauzão mas com classe. Naquele momento éramos românticos... Apaixonados até... Era o momento em que o João até falava em casar... E casou! Sim, casou... Agora fiquei com vontade de ouvir John Williams e a banda sonora da Lista de Schindler.

 

E é com o Jamie Walters que me preparo para desligar o computador (laptop tem qualquer coisa, não tem?)...

 

 

 

P.S: se alguém descobrir a minha identidade, aviso já que negarei a autoria deste artigo e ainda irei alegar que me piratearam a conta no SAPO.

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 Fonte da Imagem: Própria.

O tempo que vivi em Barcelona tende a vir ao meu encontro todos os dias... Não me vou debruçar sobre o referendo catalão que interessa apenas a meia-dúzia, mesmo que alimentado por um clima de pós-verdade que nos diz o contrário. Também não vou falar do facto de viverem tantos portugueses em Barcelona, mas os meus grandes amigos terem sido espanhóis, franceses, marroquinos, ingleses e de outras tantas nacionalidades. 

 

Ausiàs March é uma rua (Carrer em catalão) no centro de Barcelona, bem perto da  "Plaça de Tetuan" e de uma breve caminhada pelo Arco do Triunfo até ao "Parc de la Ciutadella". É um saltinho daí ao mar... E claro, até Barceloneta, onde muitos amigos residiam e onde as tapas têm um sabor diferente. Voltarei mais vezes a este tema, com diferentes experiências, mas hoje, e posto que o fim-de-semana está aí tão perto, vou focar-me em algumas sugestões que me chegam desses tempos.

 

Uma delas passa por uma das bandas que mais gosto e que, por sinal, me foi sugerida por um grande amigo inglês que também viveu em Espanha, aliás, já viveu um pouco por todo o mundo e "agora" regressou à terra natal.

 

 

A "Barcelona Gispy Balkan Orchestra", também conhecida por "Barcelona Gipsy Klezmer Orchestra" é uma dádiva para o ouvido tal é a mescla de sonoridades, o encontro de culturas e a voz de Sandra Giao, a vocalista. A banda, nascida em 2012, conta espanhóis, um grego, um italiano, um ucraniano, um sérvio e um francês - facilmente já conseguimos ter uma ideia do que estes senhores são capazes.

 

Imaginem que, numa só banda, podemos viajar pela música "Klezmer", pelo Jazz Manouche/Gipsy Jazz (Jazz Cigano), pela música romena, por diferentes sons da europa de leste e dos balcãs sem esquecer as influências de Espanha, América do Sul e Médio-Oriente! Parece muito para uma jovem banda, mas o modo como conciliam tantas influências numa música belíssima é de facto fascinante - hoje mesmo estarão a actuar em Barcelona! Este artigo tem sido acompanhado com algumas das jóias destes senhores, "Shalom Alechem" e "Djelem Djelem" uma das minhas preferidas e companheira de viagens pelos balcãs...

 

Finalmente, uma leitura: se é de Ausiàs March que falamos, o poeta medieval valenciano, considerado um dos grandes do Século de Ouro Valenciano, nada como dar uma vista de olhos por uma poesia trovadoresca e variar um pouco as leituras. Fica o poema "Busquen las gentes fiestas con alegría":

 

Busquen las gentes fiestas con alegría,
alabando a Dios, entremezclando deportes;
que plazas, calles y deleitosos jardines
se llenen con los relatos de grandes gestas;
y vaya yo los sepulcros buscando,
interrogando a las almas condenadas,
que me responderán, pues no están acompañadas
sino por mí en su perenne lamento.

 

Cada cual busca y quiere a su semejante;
por esto no me agrada el trato con los vivos.
Al imaginar mi estado, se tornan esquivos;
como de hombre muerto, de mí toman espanto.
El rey ciprio, prisionero de un hereje,
no es a mis ojos desventurado,
pues lo que quiero jamás será logrado;
de mi deseo médico alguno podrá curarme.

 

Como Prometeo, a quien el águila come el hígado
y siempre brota de nuevo la carne,
y jamás termina el pájaro de devorar;
más fuerte dolor que éste me tiene asediado,
pues un gusano me roe el pensamiento,
otro el corazón, y de roer no cesan,
y su trabajo no podrá interrumpirse
sino con aquello que es imposible de lograr.

 

Y si la muerte no me infiriese la ofensa
-alejándome de tan placentera visión-,
no le agradecería que vista de tierra
mi desnudo cuerpo, quien no piensa perder
el placer, pues tan sólo imagina
que mis deseos no pueden cumplirse;
y si mi postrera hora ha llegado,
término tendrá también el bien amar.

 

Y si en el cielo me quiere Dios albergar,
amén de verle, para cumplir mi deseo
será preciso que allá me sea dicho
que mi muerte vos tenéis a bien llorar,
arrepintiéndoos de que por vuestra poca merced
muriese un inocente, mártir por amaros:
pues el cuerpo del alma separaría
si en verdad creyese que de ello os doleríais.

 

Lirio entre cardos, vos sabéis y yo sé
que bien puede morirse por amor;
si creéis que en tal dolor me hallo,
no os excederéis, poniendo en ello plena fe.

 

Bom fim-de-semana...

 

 

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O Ano Novo e a Marcha Radetzky.

por Robinson Kanes, em 30.12.16

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O que poderei dizer sobre o Ano Novo? Não faço balanços, não assumo resoluções...

 

O Ano Novo sempre foi uma espécie de segundo Natal... afinal, andamos dois meses a falar no Natal e no dia 26 já ninguém se lembra que o mesmo existe. Tal leva-me a crer que o Natal não tem realmente grande significado para uma grande maioria.

 

O Ano Novo é mais uma oportunidade para reunir a família, os amigos e conviver. É mais um dia? Não, nos outros não fazemos figura de parvos a comer passas de empreitada só porque... enfim... Nos outros dias também não ouvimos disparos de armas automáticas e ficamos serenamente a contemplar tal espectáculo e... nos outros dias, não achamos que o sexo é especial só porque se passa de dia 31 para dia 01. Ano Novo é reunir a família e os amigos, é celebrar, rir, brindar e esquecermo-nos que já é meia-noite.

 

Mas o Ano Novo, especialmente o dia 01, traz-me sempre à memória o borrego que a minha mãe faz (maldito estômago que controlaste o meu pensamento). Não, o Ano Novo, lembra-me os concertos... Não consigo passar o dia de Ano Novo sem trautear a Marcha Radetzky - talvez até seja uma das composições para música clássica mais... pirosas - sem dúvida, é algo que me dá gosto escutar neste dia.

 

Composta por Johann Baptist Strauss, o pai (momento Antena 02), faz-me levantar neste dia com outro sorriso e rapidamente colocar-me entre os mais bem dispostos da sala, ao contrário dos demais, que ainda mostram resquícios de uma noite bem passada.

 

A Marcha Radetzky, contudo, não se chama Radetzky porque Strauss se lembrou de encontrar um nome pomposo austríaco para dar à sua obra. Deve-se sim, a uma composição em honra do Marechal de Campo Austríaco, o Conde Joseph Wenzel Radetzky (que, por acaso, nasceu na Boémia, em Trebnice, recomendo a visita) que levou a Áustria à vitória em Itália, mais propriamente no norte, durante a revolução de 1848-1849 (ficou famosa a Batalha de Novara). Talvez seja esse o motivo que faz esta marcha ter um lugar no coração dos austríacos... e no fim de cada concerto de Ano Novo em Viena... lá está ela a encerrar a festa. Confesso, no entanto, que aquelas palmas a ecoar pela Musikverein...

 

Para mim, causa o mesmo impacte que o filme Sozinho em Casa provoca, no Natal, para a maioria das pessoas, só que num registo mais pedante da minha parte.

 

Além disso, sinto que o meu Pastor quando trota pelos campos - é um rústico - executa com uma sintonia única, cada compasso desta composição. Dia 01 lá estaremos, no meio do campo, com dois humanos a trautear e um pastor-alemão a dar o compasso...

 

Feliz Ano Novo e fiquem com a Marcha Radetzky na Musikverein, dirigida por Mariss Jansons (outro momento à Antena 02).

 

P.S: se ainda forem a tempo, não percam, este ano o Maestro é o Gustavo Dudamel. Embora, importa mencionar, os bilhetes disponíveis já não sejam os mais baratos.

 

 

Fonte da Imagem: http://www.hurriyetdailynews.com/Default.aspx?pageID=429&GalleryID=1094

 

02/01/2017

P.S: O Concerto deste ano completo:

https://www.youtube.com/watch?v=s6v59AcHx0Y

https://www.youtube.com/watch?v=BwDTrvHyqf8

 

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