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Busy Twist e dois vinhos para entrar em Junho..

por Robinson Kanes, em 31.05.19

Está aí Junho e está aí o fim de semana... Mesmo que o fim de semana não seja ao Sábado e ao Domingo, temos oportunidade de viajar, nem que seja nas paredes do quarto e recordar os sons, as paixões e aquele calor de África. Talvez por isso, esta entrada quente em Junho me faça trazer aqui os Busy Twist, uma banda nascida em Londres mas que junta os ritmos africanos, londrinos e até latinos como ninguém...  Por isso, coloquem as colunas mais altas e preparem a cadeira ou o colchão para uns bons balanços: "Friday Night". Não só o título é sugestivo, como vamos ficar a cantar e a dançar... E muito! "Let it go... Let it go..."

Honestamente, não sei como é que estes senhores chegaram até mim... Talvez entre um contacto ou outro, uma partilha, uma viagem...  A partir desse momento, pode-se dizer que os meus ombros e as minhas pernas nunca mais foram os mesmos!

Deixo-vos mais uma sugestão para shake that ass, Traveller (aqui com Zongo Abongo)... Vamos lá, toca a largar a televisão e o temor de ir para a praia ficar com a sensação de que se acabou de chegar a Teerão!

E porque festa não regada não é festa, duas sugestões diferentes para gostos diferentes: o Head Rock, um vinho branco com 75% de Alvarinho e 25% de Gouveio o que o torna num vinho branco com um toque bem forte de verde. Fresco é uma maravilha e traz boas memórias cá a casa, sobretudo porque vem de Nozedo, pequena localidade em Vila Pouca de Aguiar - Trás-os-Montes! O resto dos sabores e dos taninos deixo para se entreterem noutros espaços... Aqui importa é beber e gostar.

Finalmente, "Fazer as Onze - Premium 2015" - um tinto interessante, aprovado por alentejanos com um mix de castas interessante, nomeadamente; Trincadeira, Aragonês, Syrah e Alicante Bouschet. Nada mau, para quem gosta de um sabor mais quente e mais forte. O nome deve-o à tradição de em Borba os homens se deslocarem à taberna mais próxima para beber um copo pelas onze da manhã e "matar o bicho".

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Bem regados e bem dançados... Bom fim de semana...

Ah! Circulem pela direita, sobretudo na Ponte Vasco da Gama! São três faixas não duas...

 

Imagens: Robinson Kanes

 

 

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De Novo no Tasco - Com Aneto de Piemonte!

por Robinson Kanes, em 21.05.18

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Fonte: Própria

 

O Domingo pedia uma coisa leve, talvez porque a noite de Sábado teve os seus exageros gastronómicos e matou semanas de trabalho árduo com o treinador pessoal... Mas enfim...

 

A verdade é que voltei ao tasco e dei comigo, inspirado por uma revista que anda por aí, a fazer uma sandes daquelas. E não foi complicado, adoro pão de malte, devoro salmão fumado e em casa tinha tudo para fazer um guacamole e, a cereja no topo do bolo, aneto da região de Piemonte - fresco e acabado de chegar do mercado de Turim! Em Turim, se há coisa que não falta são produtos frescos que nos afastam saudavelmente de qualquer hipermercado!

 

Mas o resultado? Sim... Um pão de malte com salmão fumado, couve roxa, guacamole caseiro e claro, o aneto fresco de Piemonte. A quantidade de molhos que vieram estão a ambientar a cozinha com um cheiro que já se começa a tornar incómodo, tal é a frescura dos mesmos!

 

E pronto, é isto... Uma simples sandes que dá para fazer um artigo...

 

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Há Ceviche e Flamenco na Tasca do Robinson...

por Robinson Kanes, em 24.04.18

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Fonte da Imagem: Própria

 

 

 

A vida é feita, bem o sabemos, de pequenos nadas que é o que mais conta para o nada que somos no fácil e correntio.

Vergílio Ferreira, in "Conta Corrente II"

 

 

Aqui nunca se falou de comida, aliás, já se falou muito de comida mas nunca se mostrou a verdadeira iguaria. Desta feita, e posto que o fim-de-semana foi caseiro, também resolvi trazer para aqui um bom pitéu!

 

Por natureza, sou esquisito com o peixe (se fosse só com o peixe...) e depois de uma ida ao mercado, lá veio um peixe-espada preto para casa! Não foi bem um peixe-espada, afinal o peixeiro é um indivíduo daqueles com quem rapidamente se cria uma boa amizade e logo se ofereceu para fazer um trabalho que eu não desejo a ninguém mas que teria de ser feito se não existisse tanta simpatia - transformar o peixe-espada em filetes!

 

Feito o trabalho, e como estamos a falar de cerca de dois quilos e meio, aproveitei os rabos e dediquei-me ao ceviche, um prato da América do Sul. Para os peruanos é até parte do seu património cultural, ou não fosse o Perú o país com o registo mais antigo desta iguaria.

 

Devo falar da receita? Sempre a posso colocar nos comentários, no entanto o resultado final foi este:

 

Eu sei que podia ser melhor e que isto não é um espaço culinário e que pode ser o primeiro passo para assassinar o blog, mas tenho de pelo menos mencionar os ingredientes utilizados:

 

-filetes de peixe-espada preto

-cebola roxa

-malagueta vermelha

-coentros frescos

-sal iodado

-batatas pequenas

-pimenta moída na hora

-limão

-abacate

-manga

-abacaxi

-azeite 

 

Todavia, o Robinson na cozinha precisa de utensílio fundamental e não é a bimby - em casa não existe. É a música... Cozinhar sem música e sem uma boa companhia não é nada agradável, pelo que, a companhia da alemã, um copo de Moscatel de Setúbal, Quinta da Bacalhôa, colheita de 2014 e ritmos andaluzes foram a escolha! Por acaso, é algo que acontece com alguma frequência, mas enfim...

 

Entre os vários escutados, destaco uma das minhas musas musicais: Estrella Morente, a cantora de flamenco granadina e que tem também o seu espaço nas playlists cá de casa.  A música que escolhi, foge um pouco a alguns registos da cantora e até já serviu de banda sonora ao filme "Volver" de Pedro Almodovar, com Penélope Cruz e Carmen Maura - acham que aquela voz a cantar no filme era a Penélope? O filme valeu aliás, o Óscar, o Goya e o Leão de Ouro a Penélope.

 

Esta é uma música que fala de memória, de regressos, de medos do passado e que... Não tem nada que ver com ceviche... Mas fica a nota, nem tudo tem de ser linear.

 

Hoje, até porque não dá muito trabalho, cheguem a casa, não liguem a televisão e coloquem a Estrella Morente a cantar e atirem-se ao ceviche - cuidado é com o peixe que precisa de ser muito fresco. Eu sugeriria a versão de Morente para "La Noche de mi Amor" ou então na voz e a presença da costa-riquenha Chavela Vargas, mas isso já é entrar num mundo que não é o nosso e requer um artigo só para ela. 

 

Boa Semana e apaixonem-se...

 

 

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"Dinner in the Sky"? Prefiro "In the Tree".

por Robinson Kanes, em 22.08.17

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Fonte das Imagens: http://www.redwoodstreehouse.co.nz/photo-gallery/

 

Uma das "últimas" tendências na área dos eventos e até do turismo é o "Dinner in the Sky", ou seja, "Jantar no Céu". Não estou a falar de uma reedição da "Última Ceia" mas agora com palco nas alturas e muito menos no "Cenáculo", em pleno Monte Sião. Também ninguém vai trair o organizador do jantar, é mesmo um jantar numa plataforma suspensa e suportado por gruas com chefs famosos a servirem. 

 

Pessoalmente não é uma iniciativa que aprecie, mesmo que digam que é moderno. Além de que... Se alguém beber bastante corre o risco de cair (não acontece, estarão presos).

 

No entanto, para comer nas alturas, um dos locais/iniciativas que mais me encantou foi recomendado por um colega austríaco na Nova Zelândia, mais precisamente em Warkworth, Auckland. O resultado é fazer a refeição nas árvores, uma espécie de regressar às origens mas de uma forma bem mais conseguida e bem mais ecológica que a anterior. Estou a falar da "Reedwoods Treehouse", um conceito de restauração extremamente interessante. Também é nas alturas, mas bastante mais natural e humano. 

 

Saborear uma refeição ou celebrar uma festa no meio da floresta, tendo para isso de atravessar uma plataforma de madeira entre as árvores e entrar num "ninho" é algo de singular. Actualmente, a "Reedwoods Treehouse" ainda só pode ser utilizada para eventos privados mas é sem dúvida um ideia excelente e que poderia ser transposta para as nossas florestas. Quando nos queixamos que a floresta está ao abandono, pode ser uma forma de rentabilizar um espaço garantindo, contudo, o equílibrio com a natureza. Ainda me lembro, quando apresentei esta ideia a um investidor e a duas câmaras, a perplexidade de todos. Embora não fosse algo novo a reacção foi esta: "acha que somos macacos para comer em árvores?". Tivesse eu falado de um jantar suspenso por gruas mas que tem mais visibilidade talvez tivesse tido mais sorte.

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O conceito é fantástico, ecológico e de extremo bom gosto criando uma experiência inesquecível. Com Portugal a ser o foco do turismo internacional, bem podemos ter uma forma de fazer o mesmo chegar a locais mais recônditos e menos conhecidos e com isso desenvolver um turismo sustentável e com reais impactes positivos no local. Além disso, a estrutura foi construída em apenas 66 dias! Quando falamos em "Turismo para Todos" não nos podemos esquecer de incluir no "todos" os que cá estão sob pena de cometermos erros que outros já se arrependeram e agora se encontram a corrigir.

 

Se ser macaco é isto, pois bem, trepemos às àrvores e aproveitemos este espaço!

 

Querem saber como tudo começou? Sigam esta ligação e vejam como uma campanha de marketing acabou por dar origem a este espaço.

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É Santo António e Lisboa é Portuguesa!

por Robinson Kanes, em 12.06.17

 

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 Fonte da Imagem: Própria

 

Aí está a noite de Santo António (quem quiser até tem banda sonora lá em baixo)! Um pouco por todo o país já se festeja este santo casamenteiro e folião! No entanto, vou focar a minha atenção em Lisboa, perdoem-me aqueles que vão estar em Pádua ou em Setúbal - em Setúbal, o Santo António também é um gáudio e sem padrinhos “famosos” que não fazem mais que figura de parvos de um lado para o outro, mas sim com madrinhas que cantam e dão vida ao desfile na Avenida Luísa Todi.

 

As festas de Lisboa têm a duração de um mês, no entanto, é a noite de Santo António o ponto alto das festividades. Pessoalmente, também é a noite em que não vou aos “santos”.

 

Mas como eu adoro esta época, a capital mais bonita do mundo fica toda engalanada, é devolvida aos seus e deixa de ser, por um mês, aquela metrópole do sul para ser mais uma cidade com um toque popular e mediterrânico. As marchas vão percorrer a avenida, bela herança de Leitão de Barros e António Ferro, porque as marchas são obra dos tempos da ditadura, uma forma de valorizar a nação portuguesa, mas sobretudo a cidade de Lisboa. Espanta-me até, como muitos críticos de tudo o que é anterior a 1974 se deixem contagiar por esta vida e por todo espírito que se estende por cada bairro e abracem esta causa com fervor.

 

O Santo António por aqui é festejado com vinho e sangria, deixam-se as boas garrafas e compra-se vinho barato ou daquele que está no fundo do barril... Comem-se as sardinhas no pão, como manda a tradição, assa-se o “chóriço” e o “córato” e as bifanas tendem a cheirar e a saber a sardinha. Caldo verde não é tradição, pelo menos por estas bandas, ao contrário das festas em Lisboa, mas são-no os peixinhos do rio e até os ovos mexidos com tudo o que houver no mercado.

 

Chego a comparar esta época ao Natal, só que com aquela alegria única e verdadeira - sem presentes, sem fretes com familiares que nem nos dizem muito e com o sol a despedir-se só lá para perto das dez da noite. As noites quentes e a lua reflectida nas águas do Tejo fazem o resto. Depois é a música! De preferência música marialva ou popular. É nestas alturas que fico a conhecer os novos talentos da música pimba e consigo ouvir uma música do Toy até ao fim. Cante-se o fado alegre e deixe-se o triste para o Natal. Ai Cristo, que celebramos com tanto formalismo o teu nascimento, mas é o Santo António que nos faz perder a cabeça e entrar na verdadeira festa. Ou então é o profano que se mascarou de religioso... E o profano sempre é mais genuíno e próximo do homem do que o religioso.

 

Nestes dias não entram por aqui as tradições gourmet, os pães com todas as sementes e mais algumas ficam à porta! Também à porta ficam as bifanas sem gordura e fininhas com molho de mel e mostarda de Provence em cama de pão pita de Mikonos. Quem quiser molho ponha mostarda do Aldi! A sardinha? A sardinha é com cabeça e come-se toda! Tenho conhecimento de algumas tendências (tendências!!!) que até tiram a pele à sardinha. Faz-me impressão como é que com tanta formação em paladar, nutrição, chique food, nouvelle cuisine e "cozinha armante"  se tirem as peles à sardinha!

 

As festas de Lisboa ainda são uma herança do antigo regime, de facto, e é desse modo que também são um reforço de uma identidade que se tende a perder na cidade, pois não sou daqueles que coloca tudo o que foi feito anteriormente num caixão, o solda a chumbo e o tapa com betão armado. Lisboa é lisboeta... É alfacinha!

 

Deixemos, para o mal e para o bem, que seja a nossa tradição a vingar, pelo menos nestes dias. Não sejas francesa minha Lisboa, tu és Portuguesa e é assim que tens de continuar... É disso que o teu verdadeiro povo gosta e os turistas também! Carne no pão com molhos estranhos há em todo o lado, mas o sabor da tua bifana só em Marvila e o cheiro da tua sardinha só em Alfama. E até mesmo em Xabregas ou na Graça, em Sapadores ou em Chelas o teu cheiro e o teu sabor não se podem encontrar em mais algum lado. Acho que nem no Parque das Nações, é o que me dizem... Até o cheiro a urina em Santos é diferente do cheiro a urina em Sevilha ou em Roma!

 

É Santo António e o acordeão já entoa as marchas para mais logo!

 

Nota: Não é grande coisa, mas haver festa há! É por isso que os artigos desta semana serão dedicados inteiramente à capital mais bonita do Mundo: Lisboa!

 

 

 

 

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Cá em Casa Celebra-se o Giro com Risotto!

por Robinson Kanes, em 15.05.17

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 Fonte da Imagem: http://www.giroditalia.it

 

Tinha prometido a alguns leitores deste espaço que esta semana seria dedicada a dizer bem de Portugal, posto que, a minha paixão por Espanha era notória e seria necessário demonstrar a minha portugalidade. Todavia, não têm faltado indivíduos a dizer bem do nosso país, pelo menos até amanhã...

 

No entanto, guardei esta segunda-feira para ir a Itália. Parece-me estranho que, num país onde o uso da bicicleta sempre foi uma imagem de marca e onde cada vez mais se utiliza a bicicleta, o "Giro" de Itália seja algo perfeitamente desconhecido. Se, por um lado, o povo gosta é de bola e Fátima, também me parece que alguns meios não desejem que outras modalidades ganhem destaque.

 

Sou apaixonado por ciclismo de estrada, embora pratique BTT. Para mim, do ponto de vista da prática, poder sair de estrada é algo que me aproxima da natureza e de localizações que nunca conheceria de outra forma.

 

Mas o "Giro"! O "Giro" está hoje a descansar antes de amanhã se fazer à estrada! E quem ainda não se lembra do "pirata", Marco Pantani, a desfilar com o seu lenço na cabeça pelas paisagens de Itália?

 

Entretanto, já se fizeram milhares de quilómetros de Alghero até Blockhaus. Pelo caminho já ficaram locais magníficos como Tortolí, Cagliarí (sim a Sardenha), Cefalú, Etna, Messina (sim a Sicília), Reggio Calabria e Alberobello! É extraordinário como, muitos de nós, que gostamos de viajar, nem sequer percamos 5 minutos para ver estas belíssimas paisagens. Para mim, recordar algumas dessas zonas é um bálsamo de memórias e paixão. Até porque, as memórias são isso mesmo, memórias. As fotos de muitos desses lugares ficaram perdidas num disco rígido que nem um dos melhores técnicos informáticos conseguiu salvar. Só me resta apaixonar no site da corrida.

 

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Fonte da Imagem: http://www.giroditalia.it

 

E, importa lembrar, que se encontra um português, um daqueles que tende a passar ao lado dos holofotes, a competir para um bom lugar na geral, nomeadamente o Rui Costa que está agora na 17ª Posição... Nada mau, tendo em conta que estamos a falar de 191 corredores! Estão ainda em prova os portugueses José Mendes e José Gonçalves.

 

Por estes lados, o apoio recai em Rui Costa (está a 46 segundos do líder que é Bob Jungels), mas também vai ser interessante assistir a uma disputa entre Vicenzo Nibali e Nairo Quintana. Sigam aqui todas as emoções!

 

Foi por isso mesmo que, na sexta-feira, numa forma de juntar Itália a Portugal e torcer pelo Rui Costa, me dediquei a um Risotto de Maçã e Morcela com Cogumelos. Afinal, este prato da Lombardia (Norte de Itália), deve-se ao facto dos Sarracenos terem trazido o risotto da Sicília para aquela região.

 

Acho que o resultado não foi mau...

 

... Sobretudo porque, depois da refeição e de toda a gente ter dito que estava óptimo, reparei que a validade do arroz já tinha passado há mais de 7 meses! Ainda estamos vivos, não há sinal para alarme.

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 Fonte da Imagem: Própria

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Cabrito à Padeiro na Máquina de Lavar...

por Robinson Kanes, em 17.04.17

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 Fonte das Imagens: http://gray-design.squarespace.com

 

Querida, hoje preparo o jantar, uso o programa para comida delicada?

 

2.jpgEsta pergunta pode acontecer em breve na medida em que, Liora Rozin, da Academia de Artes e Design Bezalel, em Jerusalém, decidiu criar uma embalagem de vácuo à prova de água e que serve para... cozinhar!

 

É simples, chega-se a casa, tira-se a comida do frigorifíco, coloca-se o saco na máquina de lavar roupa e voilà... um manjar dos deuses temperado com Ariel Líquido e um toque de Soflan, para a carne não ficar muito rija.

 

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O segredo para poupar energia e tempo nos fornos tradicionais, segundo os criadores deste produto, é colocar a comida na máquina e escolher um programa de longa duração para tecidos sintéticos! Já estou a imaginar um entrecosto a saber a cuecas DIM (e não são novas) ou então a sulfato de peúga com aroma de suor de camisa de algodão da boutique ciganal.

 

Sim Robinson, isso é tudo muito bonito mas... e os vegetarianos? Esses também são abrangidos, eu respeito todas as religiões! Para os vegetais, nada como um programa de curta duração para tecidos de algodão! Cuidado é com a quantidade de anticalcário que colocam, pode ficar demasiado sensaborão.

 

Não tem nada que saber, além de que os sacos trazem instruções bem claras de como cozinhar aquele pitéu!

 

Agora já não há desculpa para quem não gosta de cozinhar nem de lavar a roupa! Aliás, enquanto vão às compras, até podem deixar a comida a fazer naquelas máquinas de lavar que existem agora espalhadas um pouco por todo o lado, depois é so recolher, estilo take-away.

 

 

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