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 Fonte da Imagem:http://www.dailyherald.com/storyimage/DA/20170930/news/309309987/AR/0/AR-309309987.jpg&updated=201709300118&MaxW=800&maxH=800&noborder

 

Se há país pelo qual nutro grande simpatia é Espanha, e a região da Catalunha tem, também para mim, um valor especial. Não irei falar do referendo nem de todas as peripécias acerca do mesmo, até porque já se falou tudo. Actualmente, é fundamental ter opinião sobre tudo mesmo que não se saiba nada... Muitos dos comentadores de bancada (incluam aqui a minha pessoa) e não só, olham para a Catalunha como Barcelona, esquecem-se é da dimensão da região e da importância de outras cidades. É o que dá passar uns dias em Barcelona, ou fazer um excursão até Montserrat e achar que se conhece uma região inteira.

 

Mas o referendo da Catalunha teve em Portugal fervorosos adeptos e já nem vou falar numa certa extrema esquerda que adora o caos para se instalar nele e trocar de nome com os porcos, numa alusão à "A Quinta dos Animais" de Orwell. Como é estranho ver que os portugueses estão (ou alguns que querem que os portugueses estejam) tão interessados no referendo em Espanha e pouco interessados com o que se passa em Portugal. De facto, é uma forma de ocultar uma mentalidade provinciana fornecendo-lhe uma capa de cosmopolitismo: eu português, cidadão do mundo mas tacanho como aquando de 1143. E porque digo isto? Porque enquanto andamos (até a imprensa) interessados em fazer campanha pela independência da Catalunha esquecemos que:

 

- Para as eleições autárquicas o número de violações à lei foi elevado e a Comissão Nacional de Eleições não tem mãos a medir, punições?

 

-Ainda nas eleições autárquicas temas o protagonismo de candidatos que têm/tiveram problemas com a lei e chegaram inclusive a prejudicar-nos a todos. Votamos nesses que nos defraudaram em milhões, mas defendemos a prisão e queremos distância daquele que roubou uma peça de fruta de um hipermercado. O concelho mais desenvolvido do país, ou pelo menos um deles, mostrou que a corrupção e as máfias são uma coisa boa. Dá que pensar o conceito de desenvolvimento em Portugal...

 

-Tivemos um Presidente da República (eu sei que não ganho pontos com isto, sobretudo nesta plataforma, talvez tenha de começar a fazer elogios ao mesmo) que esta semana dividiu os portugueses em dois: os distraidos e os que gostam dele. Fica sempre bem ao Presidente que se diz de todos os portugueses. Esse mesmo presidente que, mais uma vez, fez chantagem com o povo e dividiu os portugueses nos que votam e nos que não votam. Parece-me que um especialista da área e o defensor máximo da Constituição tem de fazer reciclagem nesta matéria. Marcelo por vezes parece deslizar ao seu passado anterior a 1974...

 

-Tivemos um Primeiro-Ministro criminoso (e não estou a falar de José Sócrates) que, e com a conivência da lei, travou um caso judicial, o célebre caso das escutas que, segundo o Ministério Público, se revestia de crimes de extrema gravidade para o país e para o Estado Democráctico. Também pactuou com o crime quando "ignorou" um parecer da Procuradoria Geral da República que dizia, mais ou menos desta forma, que esta legislação permitia que alguns interesses instalados se perpetuassem mesmo lesando ao mais alto nível o Estado Democrático. Se isto não é ser criminoso, o que será? Pouco falado foi também este caso...

 

- A investigação à Caixa Geral de Depósitos, prometida pelo Primeiro-Ministro, continua por fazer. Dos incêndios e da prevenção, pouco ou nada se sabe (o povo merece ser informado), dos donativos, todos "sacudiram água do capote", como se  ninguém soubesse o cancro são muitas instituições sociais, associações e ONG em Portugal. Talvez no Natal se volte a falar dos incêndios quando o folclore já prometido pelo nosso Presidente da República tiver lugar.

 

- Por acaso alguém sabe do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda? Não os tenho visto... E no fundo, ondem andam também os outros? Um deles anda mais preocupado com a Catalunha, para ocultar desaires nas eleições - afinal as licenciaturas em teatro têm aplicação prática na política.

 

Mas o mais importante é o referendo na Catalunha, isso sim, deve tirar o sono aos portugueses. Não é por querer mostrar que estou muito interessado num referendo inconstitucional na Catalunha que varro para debaixo do tapete o meu provincianismo. Até ficamos espantados e veiculamos notícias de cargas policiais que, supostamente, chocaram o Mundo. Não chocaram nada! Violou-se claramente a lei e foi preciso restablecer a mesma! Atacar violentamente uma autoridade no cumprimento do dever não é um crime, mas proteger a lei já é? Em muitas situações estivemos perante um bando de arruaceiros a desafiar a autoridade policial e um outro sem número de cidadãos a tentar evitar que os muitos agitadores o fizessem... Mas, mais uma vez, a comunicação social foca-se apenas num dos lados e num pseudo-poder (ou retiro o "pseudo") que é um clube de futebol a tomar partido por uma independência e a ter um destaque como se de um grande movimento revolucionário se tratasse. O futebol, esse símbolo de boas práticas...

 

Finalmente: e se a Madeira, os Açores ou até o Algarve decidirem ser independentes? Também vamos ser assim tão defensores dessas causas? E por acaso, não estarão os portugueses esquecidos de Olivença? Tanto folclore em torno da independência da Catalunha, mas a questão de Olivença continua sem ser resolvida desde o Congresso de Viena em 1815 onde a própria Espanha reconheceu a soberania portuguesa sobre aquela área. Sugiro sim um referendo a Olivença e aí talvez tenhamos a surpresa ao perceber que quem lá habita não quer fazer parte de Portugal. 

 

Falar e querer ver o caos nos outros é fácil, desde que não nos toquem nas feridas e assim possamos ir alimentando a decadência disfarçada de prosperidade... Pelo menos para alguns... 

 

Finalmente, fazer o que nos apetece sem ter consequências dos actos não é Democracia... Tem outro nome e não é Democracia, mas é melhor não o dizer, sob pena de ferir susceptibilidades e despertar paradoxos de pensamento.

 

Boa semana...

 

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61 comentários

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C.S. a 02.10.2017

Pumba! Outro post para ser destacado.

Começo por Espanha, que tal como tu, adoro. A questão para mim que a vejo de fora é algo simples: não sou a favor da independência e não, não é por o Barcelona deixar de jogar com o Real. Contudo, acho que Rajoy está a dar um tiro no pé. Combate-se um referendo com violência? Para mim a violência nunca é o caminho.

Quanto ao nosso Portugalinho, por cá acontecem coisas fantásticas. Isaltino tinha com ele uma legião de fãs. Realmente os portugueses adoram admirar criminosos. Lembraste do Palito? Foi aplaudido em público, coisa que até hoje não compreendo.
Nas tuas palavras li (mas pode ser má interpretação) a mesma descrença que eu tenho na classe política portuguesa. Em Portugal, regra geral, é uma classe que está completamente minada ao nível ético e, aos meus olhos, ainda terá que aparecer na política alguém que esteja realmente disposto a servir e não a servir o seu próprio umbigo.
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Robinson Kanes a 02.10.2017

:-)

O referendo é contra a lei e a violência, independentemente do número de feridos, não chegou a extremos de pré-guerra. Esquecemos que Espanha ainda tem muitas cicatrizes da guerra civil, especialmente na Catalunha. Aliás, Rajoy chegou a ser comparado a Franco, pelos suspeitos do costume... Seria interessante se esses suspeitos se comparassem a Estaline, que dizer? A polícia estava lá para fazer cumprir a lei e o uso da força está legitimado em muitas situações que a mesma não é cumprida. A verdade é que raras vezes a independência de um país ocorre sem violência, excepto em casos como o da antiga Checoslováquia, em que Checos e Eslovacos se entenderam... Também pelo passado que já havia sido de divisão...

Isaltino foi eleito democraticamente... Lembro-me de ter dito o mesmo em relação a Donald Trump. Temos de aceitar, embora também possamos fazer as nossas leituras. O "Palito" foi um herói do povo com o apoio de outros "suspeitos do costume"... E... Isaltino também...

Não tenho partido político, não votei (não tenho vergonha de dizer, mesmo que o discurso de muitos me queira fazer sentir assim). Penso que conservo a minha imparcialidade, além disso, na minha área de residência não me revia em nenhum dos candidatos. Votar é um "dever", mas não votar é um "direito". Além disso, o apelo ao voto, dá-se porque não se quer discutir uma crise de Democracia alicerçada nos interesses partidários... Isto não impede que me identifique com este ou com aquele político... Mas cor/orientação partidária não a tenho. Mais que governar pelas máquinas partidárias e ao encontro do "poder pelo poder" é importante governar para todos... Mesmo que com decisões difíceis e que possam prejudicar em determinado momento este ou aquele.



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Luis Costa a 02.10.2017

Porra.Grande bomba!!!!!!!!!!!
Parabéns pela coragem em ver o que muitos não querem ver.
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Também não será para tanto...

Todos temos olhos...
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Por falar em bomba... Depois deste artigo já perdi mais um seguidor que me havia adicionado recentemente...
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Marta Elle a 02.10.2017

Eu acho que a Catalunha devia continuar a pertencer a Espanha, mas eles é que sabem. Parece-me muito mal o Governo tentar impedir o referendo.
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Robinson Kanes a 02.10.2017

É uma opinião. Obrigado :-)
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João a 07.09.2020

Sim a Catalunha faz parte de Espanha, e Espanha faz parte de Portugal desde 1700 e ninguém fala nisto!

Quando Carlos II faleceu devia passar a corona para Pedro II de Portugal. Carlos II era filho de Philippe IV de Espanha e que contém o mesmo sobrenome do João IV de bragantiam e este só foi rei de França, Inglaterra, e Bélgica, não de Portugal e trago em latim.

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Joao a 07.09.2020

Como podem ver, isto é da monarquia do tempo dos Philippes I, II, III e IV

PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 164o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis Monarchiæ hifpanicæ fuas opes, ditionesque auxere. Sicad ruinam impulfa Monarchia HifpaniCá A. 1665. die 17. Septembris ex hac vita deceffit PHILIPPUS IV. Rex

Aqui mostra que João IV de Bragantiae é rei a Galli (França), Belgio (Belgica) e Angli(Inglaterra) e mais, não existiu nenhuma revolta de João IV contra seu pai, sua mãe, irmãos e avô paterno que é Philippe II de Espanha. Ai ai vou voltar a ter a minha Espanha de volta.

Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodofiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: €aftellani id ut in^ juftè, & nequiter fà&um incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II.

Como podem ver estes intervenientes tem o mesmo sangue que o meu, e trago isto assim, para vós mostrar que a história de Portugal no tempo do Estado Novo foi alterada como na República. O meu 12 avô paterno o Philippe II de Espanha como o primeiro e o quarto tem o mesmo sobrenome que o meu e o mesmo ADN.

Philippum II, Rex Cafelle, Artonium Regem regno Portugallia. jufte ejegerit ?
p, Manuel Rex Portugalliæ filios, habuit Johannem , Henricum ludovicum, Eduardum & Elzabctham filiam: Johannes fucccffit Emanueli; cujüs ftirpe deficiente, regnum Henrico Cardinali delatum ' eft; qui cum fenex effet , & orbus, de fücceffione publicum judicium inftituit , in quo comparuerunt, Antonius Ludovici filius, fed habitus illegitimus ; Rainutius Farnefius Düx Parmenfis ex Maria Eduardi filia nepos, Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.

Isto é a minha família, tenho toda completa, mas aqui na Republica, existem uns duques e condes e sei la mais o quê e todos vós apoiais essa gentalha, com sangue Turco, entendem o que falo ?

Princeps potentissime, exoro, quam ut tạis Ministris injungere velis, ne discessus meus, meorumque navigatio ullatenus turbetur. Id lubenterpre cibus tanti Viri datum, cui etiam Solimanus manum fuam deofculandam porrexit.

S. XXIV. Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon. D tis Christi Salvatoris fefto vigefima hin. du Siege de Rhodas quinta veces quinta Decembris die Solimanus urp. 682. bem, quam recens fuo imperio subjecerat, poflidendam ingreffus eft, ipfumque Magistrum, qui suum adhuc palatium incoluerat, invisit, multisque honorum significationibus cumulatum etiam Patrem fuum appellavit, hortatusque est, ne tristitia sese opprimi pateretur, fed invicto animo adverfde fortis invidiam toleraret.

Aqui mostra em 1522 que o Sultão Solimanus é patrem é pai de Jacques de Bourbon e estes tipos povoaram a Europa e desde 1716 andam uns tolos apoiarem bourbons com aval da Igreja Católica, aquando da monarquia toda esta gentalha vai me pagar muito caro. Continuem apoiar estão numa democracia, é a vossa Republica.

João
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Robinson Kanes a 08.09.2020

Antes de mais, obrigado ao João por "desenterrar" este tema e consequentemente este artigo.

É uma opinião e uma visão. Confesso que não estou tão dentro da temática a esse ponto. Continuo, contudo, a achar que a República funciona melhor que a monarquia (embora em alguns casos constatáveis, tenha de confessar que não é bem assim) se alicerçada nos melhores homens da "Ágora".

Obrigado, João.
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Joao a 08.09.2020

Caro Robinson, a monarquia funciona melhor e estou a puxar a brasa à minha sardinha.

Em 750 anos tivemos um crash económico a 50% relativo às guerras liberais e por termos destruído a estrutura dos Jesuítas, os mosteiros que faziam a gestão de todo o património predial de Portugal y Espanha. Que realizavam a colecta do dinheiro dos mosteiros que pertenciam às famílias da Nobreza e não à Igreja Católica. Esta foi expulsa por apoiar o Turco Miguel de Bourbon filho de carlota joaquina, existiu decreto de artigo 1 de 1834

Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d'Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d'Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d'Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi.

Depois ainda requisitei a varias agências de genética a confirmar a origem do bourbons da zona Turquia caucasianos R-Z381*.

O sangue da casa real Portuguesa é outro muito diferente Rb1 U152, aqui temos a casa de Limburg que pertence a Portugal, França até Louis XVI, Bélgica, Saxoniae, Baviera, Austria, Friburg, Espanha até Carlos II.

a seguir o filipe de bourbon com aval da Igreja Católica pelo Papa Adrianus VI em 1718, é Turcis ou Turco, usurpou a corona de Espanha. Este Filipe é descendente de Jacques de Bourbon e por sua vez filho de Sultão Solimanus. Para onde foi o Juan Carlos de bourbon de Espanha ? para junto do primo da Árabia.

Turcis induciarum violatoribus bellum obmovit, quo EUGENIUs deletis Ottomanorum viribus, Belgradum hungaricis ditionibus adjecit cum Temesvario. Utrique Urbi adjacens Regio cum Valachia per pacem Paffarovicenfem A. 1718. initam CARoLo VI. afferta. Pax haec neceffària fuit ad pellendum ex Italia PHIILIPPUM V. Andegavenfem Hifpaniae Regem.

No paternal relationship was found between the living DNA donors and the donors of the blood sample of Louis XVI or the head of Henri IV. First, the Y-chr of the donor of the blood sample belongs to haplogroup G(xG1,G2) while the living Bourbon members belong to R-Z381*. Based on the time calibration of the Y-chromosomal phylogeny, the time of the most recent common ancestor (tMRCA) between individuals belonging to haplogroup G and R will be some 10 000 years ago.43, 44 Second, the strong differentiation on the 17 Y-STR haplotypes between the living donors with the blood donor also suggests at least 260 meioses between them (Table 2). Although a low number of Y-STR results were obtained for the presumptive head of Henry IV, even the six Y-STRs and the three confirmed Y-STR haplotypes showed high differences with the living Bourbon donors, suggesting at least >110 meioses between them (Table 2). Moreover, the genetic identifications of the presumptive head of Henri IV and the presumptive blood sample of Louis XVI were only based on a similar partial Y-STR profile of both samples.24 Nevertheless, no evidence for a genealogical relationship between the DNA donors of the head and the blood sample could be found based on the calculations of the tMRCA due to the low number of analyzed Y-STRs and the mutational difference observed on one Y-STR (Table 2).36


Nesta Republica aonde estamos todos, já tivemos em 44 anos, 3 bancarrotas a 100% e estoiraram o ouro de Salazar. A divida actual da Estado Republica é de 734 mil milhões de euros + a divida do Estado de 264 mil milhões de euros, com PIB a rondar os 160 mil milhões por ano, as estas gentes fizeram asneira grosseira, nunca nesta vida nem dos nossos filhos e netos, estas dívidas serão pagáveis.


João
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Joao a 08.09.2020

E para continuar, prefiro a Monarquia, sem partidos, sem lojas da maçonaria, creio na regionalização, creio num Estado Monárquico que engloba Espanha y Portugal.

Caro Robinson Kane, quando Carlos II de Espanha faleceu sem deixar herdeiros, existe um contrato de legitimidade que a casa de Espanha tem como patrono a casa da Austria e que esta passou toda a legitimidade para Pedro II de Portugal, este contem o mesmo sangue que Carlos II de Espanha e o mesmo sobrenome.

Quando procurava pelos meus antepassados, alguns confrades juram a pés juntos que a minha família paterna vinha de um lugar e ou de um pai incógnito, nunca mas nunca acreditei nessa idiotice. Passado 4 anos de pesquisas, encontro o inevitável um documento de uma parochia em Santo André de Poyares, as três gerações juntas, o meu 6 avô paterno, 7 e 8 avô paterno, aquela história de pai incógnito cai por terra. Com o continuar da história, o 6 tinha o meu sobrenome, o 7 era Jorge Mello e 8 era Joao Vimarae.

Que história, o Vimarae encontro em Espanha, Alemanha e em Portugal, e quem era o tipo, caro Robinson, era Dux Saxoniae Vimarae ou Vimara de Dresden e Hesse, depois disto cai da cadeira, possa Dux, isto é demais, da Alemanha vem de Guimaranes é um ducado perto de Barcelos o tal Vimarae.

Daqui descubro todos os Vimara ou Weimar que vieram da Alemanha, eram Reis de Vimara e entraram na segunda vaga dos visigodos na Península Ibérica, Leão em Espanha criou Portugal em 860 e seus filhos chamavam se Vimarana ou Vimarano, descubro cartas em latim do nome da Realeza Espanhola e Portuguesa. Guimarães não era assim que se escrevia em 1700, não.

Mas o mais caricato era a esposa do João Vimarae, chamava se de Joanna Mathilda Ferz ou Fez, isto foi complicado. Porque não queria aceitar esta situação, mas Marrocos e Fez tinha dominio da Bohémia, da Austria, de Espanha e de Portugal, a 8 avó materna era princesa, filha de Buhazon V rei de Marrocos, primo direito a Maximiliano II e era filho de Gaspar Benemerino, tudo realeza em Marrocos que vieram em 1195 por parte de Jacob o primeiro Rei Judeu, o ultimo templario de Nuremberg e Hesse.

Caro amigo Robinson, quando descobri tudo, mesmo tudo eu já acreditava na monarquia.

Os meus obstáculos neste preciso momento é a Igreja Católica Romana e Apostólica, os bourbons e orleans, lojas da maçonaria. Possuo registos em latim de papas, cardeais e bispos apoiar turcos para se sentarem na cadeira de meus primos Católicos e usurparem com aval da Igreja.

Isto é muito grave, a Igreja é feita de homens e erram, mas erram constantemente, Deus pode lhes perdoar, eu não.

Sabe morreram milhões de pessoas a combater mouros, turcos, para depois a mesma Igreja fazer um reset do passado e eu não aceito.

João
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Joao a 08.09.2020

Olhe caro Robinson

Isto é passado, hoje sou o João, como deve compreender, somos todos iguais nesta Republica e gostaria de manter essa situação de igualdade, aqui ninguém é mais que ninguém. Eu omite registos em latim por conter o meu sobrenome, sou o João, simples sem mordomias, pode ser ?

Bragança vem de 630 da casa da Baviera, a casa de Brigantiae criou a casa de França, deixo lhe algo de interessante.

Ithæ, Filiæ Rudolphià Pfullendorff, & Bringantia ac , noviffimæ Alberti Divitis Conjugis;Comiti Brigantiae, fundatori Albæ Augiæ : Brigantinæ,ac filio unigenito Vhricr I I.Comitis Gamartingenfis,& Brigantini, qui fucceffit Hugoni fine liberis mortuo


Genealogia Comitium Brigantino ; Ludouico fecundo Françorum & Germaniae rege;Hugonem fecundum ,& filiam Eberhard ocomiti à Sünneberg

Comiti Brigantiæ , fundatori Albae Augix Brigantinæ,ac filio unigenito Vlrici II.Comiti&Gamartingenfis,& Brigantini, qui fucceffit Hugoni fine liberis mortuoT: Ac deindè Sigcfrido II. Vlricus I V. genuit Rudolphum Comitem â Pfullendorff & Brigantia, Rudolphus verò faâus ina• ritus Wulffildis, Henrici Nigri VVelphonis Bavariæ Ducis filiæ

GENEALOGIAE FRANCICAE IPLENIORASSERTIO.
Vindiciarum Hifpanicarum, Novorum Luminum, Tampadum Hiftoricarum Et Commemtorum Libellis, Lotharingia Mafculina , Alfatia vindicata , Stemma Auftriacum, de pace cum Francis ineundaConfilium, de Ampulla Remenfi difquifitio, & Tenneurius expenfus, A JOANNE JACOBO CHIFFLETIO. Anno MDCLIV cam Chrjfiamiffimi Regis Privilegio.

21 avô paterno, Rudolfus I Germaniae Imperator
20 avô paterno, Albertus I Austrico Stirae Dux Germaniae Imperator, teve irmão Rodulfus Suevi Dux
19 avô paterno, Albertus Contractus Joanne Firretarum Imperator com Carinthiae Ducatu, teve irmãos, Rudulfos Austriaco Dux e Rei da Bohémia e Frederico II Rei da Germaniae
18 avô paterno, Leopoldus Suevis Ducis, Imperator
17 avô paterno, Ernestus Stirus Ducis, Imperator
16 avô paterno, Frederico III & IV da Germaniae Imperator com Hadsbourg, Austria e Espanha com Leonora de Portugal
15 avô paterno, Maximiliano I da Germaniae Imperator, Espanha com Maria de Bourgonha filha de Louis XI rei de França.
14 avô paterno, Philippus I de Espanha Imperator
13 avô paterno, Carolus V é Imperator Germaniae e Espanha I
12 avô paterno, Philippus II de Espanha com Catharina de Bragantiae, teve um irmão que
11 avô paterno, Theutonio de Bragança com Anna Velasco
10 avô paterno Joannes IV Rei de Portugal
9 avô paterno Petrus II Rei de Portugal e Espanha (por termos direito de Sangue da Austria)

8 avô paterno Joannes V (João Vimarae com ligação à cidade do Porto às festas de São Miguel) Rei de Portugal com Joanna Mathilda Fez (filha do Rei Buhazon V de Fez e de Marrocos, neta de Gaspar Benemerino, o reinado desta familia nasceu em 1195 por Jacob rei Judeu, antes deste existiram os Vikings e da Bohémia era terra destes.)

O João V não casou com Anna d´Austria como a Republica conta, mentirosos. Anna casa a Louis XIII

filius Ludovici XIII. & Anna d´ Auftriacae qui obih die I. Septembris anno 1715- In Hifpania poft Philippum III. vita funclumanno 1621, regnarunt Philippus IV. ejus filius ufque ad annum 1665. deinde Carolus II.

Portenses severioris, pietatis odium.Recessus ille, quo d. 17 Oct. 1112. Reditns scholae Portensis Duci Vimariae in 12 annos venditi erant, T 7 post annum 1722 prolongatus est usque ad Festum S. Michaël. 1733. Instrümentum redditionis datum est Portae d. 7 Octobr. 1733

Buhazon V dominante cm Féz advertiodo prudente, que falto da repuiado. elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal

D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

7 avô paterno Jorge Mello Duc do Infantado (existe decreto da mãe de João V a confirmar este procedimento do 2 filho)

João
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Robinson Kanes a 09.09.2020

Pode ser o que quiser, é um direito seu. Seja João, é-me indiferente... Só não concordo quando menciona que nesta República somos todos iguais. Até somos, mas uns são mais que outros :-)
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João a 09.09.2020

Eu digo que somos iguais, para não se assustar com o João, quando postei registos em latim e dei a um órgão de comunicação social e disse lhes que outros têm dom e títulos, como é que um turco pode ter, apresentando provas de genética a comprovar o que falava e disse lhes no fim, eu sou igual ao Balsemão, à Júlia, António, José, Ricardo e não tenho títulos nem dom.

Porque esse comunicação social entrevistou e muitas pessoas nos comentários diziam cobras e lagartos do entrevistado.

Eu simplesmente postei lhes registos em latim, da genética a comprovar a mentira do entrevistado.

Somos todos iguais como pessoas, sem títulos sem Dom, estamos numa República e é preciso respeitar aonde vivemos.

Relativo a este indivíduo, e outras famílias, aquando da monarquia vou usar as leis de 1706, 1755, 1759 e 1834 e este RAM RAM de criação de histórias de querer ser algo que não são, não voltam mais a realizar aquando da monarquia.

Aqui na República eles são livres de fazer o querem, são livres de serem Reis na República.

A monarquia é uma instituição, muito diferente da República

João

João

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Robinson Kanes a 09.09.2020

A Igreja foi especialista em fazer "reset" do passado e escrever o mesmo com outras linhas e isso começou logo na fundação da mesma - a "Igreja da bondade" contra as politeístas. Um certo comunismo do passado, contra os grandes apregoando o bem, mas quando se tem algum poder... Mais nociva.

Em relação a um Estado Ibérico, olhe que não falo propriamente de uma partilha total de soberania, Portugal já tem muitos anos desligado de Espanha, contudo não sou contra uma possível União Ibérica. Vivemos muito longe dos nossos vizinhos, e isso nem sempre abona a nosso favor.

P.S.: e não foram só Mouros e Turcos... Além de que, se formos por aí, nós também entrámos por ali abaixo. Ninguém é inocente na História :-)
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Robinson Kanes a 09.09.2020

Como lhe disse, uma República de "Homens Bons" tem toda a legitimidade para mim, além de que, ao contrário de uma monarquia, é passível de ser renovada... Desde que não seja uma ditadura, como é óbvio.

Fica uma provocação: acha que vivemos mesmo numa República democrática? Podemos falar, podemos pensar mas experimente colocar muitos desses pensamentos em prática ou dizer umas verdades e vai ver se não é ostracizado ou colocado numa espécie de "Tarrafal" dos tempos modernos.

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João a 09.09.2020

Mas acha que as monarquia foram sempre absolutismo?

Não podemos voltar para trás, todos temos liberdade, em opinar.

A igreja é que foi absolutismo toda a vida, criou artefactos para controlar tudo, e havendo monarquia em Portugal será sem igreja católica, isso é a minha realidade.

Todas as famílias do passado da dita nobreza lhes serão restituídos o que a Igreja roubou.

Nos vivemos uma democracia com ditadura, sabia que hoje pagamos tudo até para sobreviver.

Na monarquia, você comprava um imóvel e não pagava imposto de selo, imi, IRS, IRC, rama, nada. Comprava o imóvel e era seu.

Todo o cidadão pagava por ano a oitava ou seja 1/8 por ano de imposto, na democracia da República, paga se por mês 60% do nosso rendimento.

Estes Repúblicanos não sabem fazer contas para ajudar o povo, estão sempre com ideias em desviar algum, olhe aqui ao lado em Espanha aquilo não é monarquia, o rei não decide nada, desvia sim capitais para fora para outras contas, são ladrões, criminosos.

Na República, temos mais leis, e leis que não funcionam, na monarquia temos poucas leis mas funcionavam, hoje o Sócrates, salgado roubam e muitos outros, acha que vão presos?

Não não vão.

Eu não voto em eleições, eu vivo aqui e trabalho por conta de outrem e a vida que temos. Eu não acredito na justiça portuguesa, não acredito no funcionamento público, não acredito nas pessoas que nos governam, que não sabem fazer contas

E dizem ser governantes, os buracos na banca continuar a pagar mil milhões de dívidas e não sei para onde vai o dinheiro.

Caro Robinson Kanes

Prefiro a minha monarquia tradicional sem didatura, com liberdade das pessoas e ter outra atitude perante a vida.

A reforma o estado não pode pagar a todos, cada um tem que ser responsável na sua vida, o Estado português não produz nada, não traz mais valia em nada, vive do rendimento do privado. Isto não pode continuar, não pode.

João
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João a 09.09.2020

Quando falo em mouros e turcos, é uma justificação que no antigo e ainda hoje no poder para rei na monarquia rege se através do sangue paterno de acordo com a lei das cortes de Lamego de 1143 e é isto a sequência de vida da realeza portuguesa e espanhola.

Quando falo nos turcos, é para relembrar que morreram milhões para nos defender contra esses, para hoje estarmos aqui a falar um com outro e o que tivemos que passar.

Querem colocar o mal no lugar da cadeira de meu primo, quando em 6 séculos andamos a combate los e não falo somente dos meus, não, também de todos os outros portugueses e espanhóis que fizeram o seu papel.

João
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Robinson Kanes a 10.09.2020

Tenho a certeza que não.

Em conclusão, o problema não está no regime mas nas pessoas, ou seja, sem uma base legal forte, uma Justiça célere e forte também e ainda uma cidadania activa, não há nada que resista.

Concordo consigo quando menciona as muitas fragilidades da República, no que está a ser usurpado e todos os limites que estão a ser ultrapassados, mas no meio de tantas fantochadas trazidas à baila para virar o pensamento, vê alguém tocar nas feridas? Este ano até os grandes incêndios passaram ao lado - ainda na terça-feira fui de Braga quase até Santarém envolvido numa gigantesca nuvem de fumo. Ouviu o(s) suspeito(s) do costume? Não. Falou-se do vírus... E mais uma vez do vírus e até o Novo Banco parece que vai continuar impune. Aumentem-se os funcionários públicos, isso sim, fundamental para manter o "status quo".
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Joao a 10.09.2020

Os incêndios, o tema do costume, o outro se presidente da republica, tinha dito assim, mais um incendio desta envergadura eu deixo de ser presidente, é um hipócrita.

Limpam as matas, cobram aos proprietários coimas por não limpar e acabando por limpar chega o fogo e nada o para.

Isto é estrutural de Portugal desde que terminaram os guardas florestais, obrigaram as pessoas a transportar a matéria de combustão para locais apropriados para a queima e assim os amigos da politiquice arranjaram forma de ganhar dinheiro com os tristes portugueses.

Deixaram de cultivar as terras, deixaram de limpar o mato, do pastorio, das camas para os animais e todo este processo de lavoura, foi destruído e as consequências são todos os Anos temos incêndios, tenho gente conhecida que são dirigentes dos bombeiros, de presidentes de camara, e de muitos outros tachos e tem interesses económicos, marcas internacionais de protecção civil, o Estado tem que dar os Tachos a toda a esta gente que anda na protecção civil, é um circo, já nem os oiço.

Isto vai continuar sempre existir fogos, não interessa Portugal ter zona florestal enquanto não acabarem com os helicópteros, aviões e os produtos retardantes, e a protecção civil que vem para as televisões para mostrar os pavões, quando os bombeiros e os da GNR dão o litro, resolvem os problemas, os outros é o circo do costume.

Venha vírus ou não, venha mais uma falência de outro banco, com imparidades que todos conhecem isto em 2018 com imparidades de 500 milhões de euros, mas os partidos do costume abafam a realidade, como o banco de Portugal e depois de existir danos patrimoniais avultados só ai é que vão fazer alguma coisa.E Este banco é português e continua são e salvo, como credível

O BES mau tinha uma divida quando foi retirado do Novo Banco, de 24 mil milhões de euros e isto dito por uma familiar do Salgado. Já injectaram 6 mil milhões, falta o resto e vão contando as mentiras aos poucos ao Povo e vai esquecendo os 6 mil, entram mais até as imparidades forem todas cobertas.

De todos os Bancos que abriram insolvências e liquidação, ninguém da gestão de Topo foi preso, eu adoraria ser presidente de um banco, mas não tenho estômago para fazer Trafulhice, não tenho mesmo Estômago e devia aprender com estes chicos espertos.



Relativo a Altamira de pinturas rupestres, não existem, não. A Altamira é aquilo que lhe facultei

Abraço

João
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Joao a 10.09.2020

Caro amigo Robinson Kanes

A minha luta, é pôr o dedo na frida, mostrando e com certeza provando para que todos entendam que a realidade é outra, estou a fazer com que as pessoas pensem e tenham o seu juízo.

A minha batalha de hoje é mudar de regime para a Monarquia, existem duas casas de Portugal herdeiras legitimas em sangue Rb1 U152 Z305+ da casa de Habsburgos, Austria, Bélgica, Espanha e Portugal

O Teutónio teve filhos como estes, por exemplo que não vem mencionado nos resgistos da genealogia portuguesa, estes Francisco de (sobrenome) e Francisco de Simoens, a casa de João IV acabou a sua linhagem com Manuel II de Portugal.e a minha descendência vem com João V, casam a Sobrenome, com as casas de Baptista, Lopes, daqui existem casamentos entre infantes até à minha pessoa.

cafa Simoens foi filho de Infante; Semhor Dom Tevtonio dade Braganza quarto Arcevipo de Evora. Prodiit ille Eborae apud Francifcumî Simoens 1614


Portanto todas as histórias tem um registo, recentemente falei com um primo Simões e a primeira pergunta que lhe faço, o teu filho quando era pequeno tinha que cor de cabelo ?

Dizia me o Simões, olha João, era louro, mas não era bem louro, era um louro torrado e disse lhe olha vou te enviar uma foto do filho Fernando e repara no Fernando de Espanha e da Germaniae do anno 1611, o meu sobrinho é tal e qual, eu com cabelo preto, era tal e qual o pirralho.

Tenho um livro da Alemanha das fisionomias da minha família, é extraordinário, algumas pinturas de meninas, meninos, senhores e senhoras com um tal semelhança que posso dizer igual a pessoas dos dias de hoje.

O sangue tem destas coisas. Eu considero que todas as casas de Infantes anterior a Sebastião come tudo, considero os minha família.

João



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Maria Araújo a 02.10.2017


Confesso: não consigo entender o porquê de a Catalunha querer ser um estado independente, mas também não meter o nariz em coisas que não sei.
Quando tal, toda a Espanha desintegra-se, como a Galiza já manifestou interesse, também.

Por cá, sinceramente, estou farta destes gajos, políticos a não políticos, banca, povo, e o raio que os parta.
Mas gostei deste post, e acho que é preciso coragem e conhecimento para mostrar a verdade.
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Robinson Kanes a 02.10.2017

E parece que poucos se recordam da questão basca...

Gostei do seu desabafo... Penso que é o sentimento de muitos...
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João a 07.09.2020

As esquerdas querem deitar abaixo a monarquia e passar a uma república.

O que me espanta nisto tudo, é que ninguém nunca procurou qual a origem dos bourbons e bourbons!!!!

Será que as esquerdas sabem que o antepassado do Juan Carlos e Philippe vi de bourbons são turcos, sim turcos, quando milhões de pessoas morreram para lutar contra os muros e turcos, e a vossa igreja católica deu o aval para colocar o Filipe V de bourbons na usurpação em Espanha em 1716, deram o aval ao Miguel de bourbons em Portugal que levou à expulsão da igreja católica em 1834, a mesma igreja apoiou franco e Juan Carlos na monarquia de Espanha e em Portugal nos outros bourbons.

Será que as esquerdas descobriram o inevitável o ADN R-Z381* do sultão solimanus caucasiano pai de Jacques de bourbons.

Portanto, para mim se as esquerdas querem derrubar a monarquia de Espanha são os verdadeiros espanhóis, são.

Lutaram durante séculos contra infiéis e a igreja católica foi colocar turcos na cadeira de reis católicos, é muito grave desde 1716.

Possuo registos em latim e registos de ADN para ninguém questionar nada

João
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HD a 02.10.2017

Tens razão, não ganhas muitos pontos com esta posição...
... mas é mesmo assim: dizer as coisas com têm de ser ditas!!!

Usarem o referendo da Catalunha como (mais uma...) manobra de distração para o que se passa dentro de portas... é só vergonhoso! :s
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Robinson Kanes a 02.10.2017

O próprio referendo é uma manobra de distracção...

Sim, tocar no PR com um discurso negativo, actualmente é quase suicídio... Mas a verdade, é sempre a verdade...
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HD a 02.10.2017

Sim e há muitas histórias que o nosso povo desconhece sobre este senhor, aparentemente imaculado...
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Existe algum "gossip" efectivamente... Mas existe muita verdade "escondida"... Queiramos ou não, Marcelo foi o primeiro Presidente da República dos "media" portugueses... Um homem que trai os seus uma vez, não hesitará em praticar o mesmo acto no futuro :-)
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HD a 02.10.2017

E abraçamos rapidamente este enlace com a comunicação social... que nos esquecemos de muita, muita coisa!
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Falta espírito crítico, envolvimento... Até percebo que se deixem envolver pela comunicação social, mas podem sempre ir mais longe...
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HD a 02.10.2017

Mas a tendência é mesmo a rendição ao impacto da notícia e da ausência de sentido de crítica...
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Deveras... Numa época em que temos "mais" conhecimento que nunca... Não se percebe... Andamos anos na escola a fazer o quê?
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Numa época que temos acesso a tanto conhecimento... Andamos também tantos anos na escola a fazer o quê?
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HD a 02.10.2017

A educação é agora aquela pequena amostra de conhecimento que desvanece a cada escaparate social...
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HD a 02.10.2017

Olhe que não... ;p
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Robinson Kanes a 03.10.2017

Muito bem! Muito bem Sr. Deputado... Olhe que sim :-)
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O ultimo fecha a porta a 02.10.2017

Por vezes prefere-se desviar as atenções.
Mas cuidado com o referendo na Catalunha porque a situação é bem mais grave do que parece principalmente para Portugal. A Espanha é o nosso único vizinho terrestre e principal parceiro comercial e económico.
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Robinson Kanes a 02.10.2017

Aí é que está... Muitos interessados em ver o "circo a pegar fogo".
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P. P. a 02.10.2017

Adorei a verdade acerca do nosso país.
Votar?
Quem são os nossos políticos?
Quais são as suas reais intenções?
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Robinson Kanes a 03.10.2017

Essa é a grande questão: vota-se em partidos, no umbigo e em nomes mas não se vota em projectos.

Agora em poucas palavras disseste tudo :-)
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pvnam a 03.10.2017

É A LIBERDADE QUE ESTÁ EM CAUSA: é preciso dizer não aos hitlerianos que não suportam a existência de outros; leia-se: SEPARATISMO-50-50.
.
Explicando melhor:
---»»» Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
-» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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Nota 1: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição 'nativo', do que a sua condição 'globalization-lover'.
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Nota 2: É preciso dizer NÃO à democracia-hitleriana; isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros.
[obs: nazi não é ser alto e louro, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros]
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NACIONALISTAS EUROPEUS: Retirem as palas de burro que têm enfiadas na cabeça!
Leia-se: reconheçam que o problema é global: QUALQUER POVO AUTÓCTONE do planeta que queira ter o SEU espaço no planeta, que queira sobreviver pacatamente no planeta, que queira prosperar ao SEU RITMO... corre sérios riscos de levar com um genocídio em cima!
Um exemplo: em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais (uma obs: é imenso o património no Brasil que tem estado a ser vendido à alta finança).
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É NECESSÁRIO MOBILIZAR RESISTENTES AUTÓCTONES DO PLANETA PARA O SEPARATISMO!
(manifesto em divulgação, ajuda a divulgar - é necessário um activismo global)
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UM PROBLEMA GLOBAL -» mercenários (ao serviço da alta finança), aspirantes (a donos-disto-tudo) e penduras (lambe-botas) estão impregnados de hitlerianismo: não suportam a existência de outros!
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Os MERCENÁRIOS ao serviço da alta finança (capital global) trabalham para a eliminação de fronteiras: a alta finança ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...
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Os mercenários gostam de evocar (como se tal fosse o único valor existente no planeta) que o SEPARATISMO vai provocar problemas económicos.
Na sua cegueira anti-Trump (tocou no tema-tabu -» fronteiras), os mercenários chegaram ao ponto de andar a evocar a imigração para a América... quer dizer, ao mesmo tempo que eles andam por aí a acusar povos de deixarem 'pegada ecológica' no planeta, em simultâneo, os mercenários revelam um COMPLETO DESPREZO pelo holocausto massivo cometido sobre povos nativos na América do Norte, na América do Sul, na Austrália, que (apesar de serem economicamente pouco rentáveis) tiveram o «desplante»... de quererem ter o seu espaço no planeta, de quererem sobreviver pacatamente no planeta, de quererem prosperar ao seu ritmo.
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ASPIRANTES: pessoal dotado de uma elevada taxa demográfica... ambiciona/aspira ser dono-disto-tudo.
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PENDURAS: na Europa existem muitas comunidades nativas penduras -» não trabalham para a sustentabilidade da sociedade (média de 2.1 filhos por mulher)... penduram-se na boa produção demográfica de outros!
[e mais, os penduras ao mesmo tempo que são contra a repressão dos Direitos das mulheres, em simultâneo, são uns lambe-botas da boa produção demográfica daqueles que tratam as mulheres como 'úteros ambulantes' - exemplo: islâmicos]
{Os penduras são uns lambe-botas dos aspirantes a donos-disto-tudo e da alta finança}
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Robinson Kanes a 03.10.2017

Sem qualquer ironia, permita-me, antes de tudo, um agradecimento pelo cuidado que teve em ler e em comentar de forma tão profunda o meu artigo.

Tentarei responder e criar algum consenso onde for possível, todavia comparar a situação actual com a Alemanha Nazi dos anos 30 e 40 do século XX parece-me exagerado, pelo que tentarei não ir por aí - não vou discutir esses pontos.

"
---»»» Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa."

Todos diferentes todos iguais perante a lei... O caso da Catalunha nem é por uma questão de rendimento mais baixo. Concordo consigo, na defesa dos Direitos Humanos, mais do que na defesa dos "direitos dos outros". Lealdade é um dever. Além disso é preciso ir mais longe e perceber os objectivos de futuro e não vejo isso a ser falado na Catalunha. Vejo a independência pela independência.


"Um exemplo: em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais (uma obs: é imenso o património no Brasil que tem estado a ser vendido à alta finança)."

Penso que este meu artigo responde a esta questão: http://naoequenaohouvesse.blogs.sapo.pt/a-matanca-dos-indigenas-da-amazonia-aos-59345


"revelam um COMPLETO DESPREZO pelo holocausto massivo cometido sobre povos nativos na América do Norte, na América do Sul, na Austrália, que (apesar de serem economicamente pouco rentáveis) tiveram o «desplante»... de quererem ter o seu espaço no planeta, de quererem sobreviver pacatamente no planeta, de quererem prosperar ao seu ritmo."

Portugal aqui também tem a sua "pegada" histórica... Aliás, foi pioneiro.

Também não vou comentar a questão Islâmica e outras. Parecem aqui não ter grande sentido. Perdoe-me por denotar que existem muitas ideias expostas no seu argumento mas que não estão ligadas e não vão ao essencial da questão catalã. Penso que é por aí que devemos ir.

Mais uma vez, obrigado pela participação.

P.S: sobre a questão demográfica muito haveria a dizer...
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Anónimo a 13.11.2017

Não, este texto não visa discutir o problema da Catalunha. Sobre isso, prefiro escrever algo especificamente virado para o tema.
   Este texto destina-se a tentar denunciar algumas das contradições em que caiem tantos e tantos comentadores, pouco importa a sua importância, ao quererem ligar a Catalunha e Olivença.
   Primeiramente, há a destacar uma mudança de atitude. Quero eu dizer que ao silêncio sepulcral sobre a situação específica da questão oliventina, ou sobre novidades recentes ligadas a esse tema, e muitas delas bem surpreendentes são, se contrapõem agora citações quase diárias sobre Olivença, seja nos grandes jornais, seja nas redes sociais, produzidas, quer por anónimos ou gente pouco conhecida, quer por grandes e consagrados cronistas. O único problema é que são, quase sempre, despropositadas... ou baseiam-se nos aspetos mais preconceituosos sobre o tema, quando não caiem na ofensa, no humorismo fácil, ou num tom jocoso e depreciativo.
   Onde têm estados todos estes "especialistas" quando, desde há meia dúzia de anos, se começaram a tornar notórios esforços culturais de recuperação do passado luso de Olivença, por parte dos autóctones (repito: dos autóctones), bem como de preservação da cultura portuguesa que ainda exista e que possa ser salva ou até revigorada? Onde estavam, repito, quando muitos e muitos oliventinos (centenas) começaram a pedir a nacionalidade portuguesa? Não vi nada escrito nem divulgado. Pude verificar que, em muitos casos, esse silêncio se devia a uma opção quase declarada pelo desprezo em relação aos factos!
   Na verdade, o que se está a fazer em Olivença, porque feito de forma pacífica, sem carácter reivindicativo (não se põe o problema das razões, ou falta delas, do conhecido litígio sobre a legalidade da soberania espanhola em Olivença, mesmo porque esse é um problema a ser debatido entre os governos de Lisboa e Madrid, e de modo nenhum as organizações autóctones se querem meter nesse assunto), porque visando aquilo que é mais essencial (a salvaguarda duma cultura, a recuperação da Língua Portuguesa, o conhecimento da História), não tem, ou pouco tem, chamado a atenção dos "media", dos intelectuais, dos jornalistas, dos mais simples comentadores nas redes sociais.
   Parece haver quem, em relação a estes temas, prefira a sensacionalidade do superficial, o efeito de impacto de pequenos detalhes, de preferência chocantes, à análise dum trabalho honesto, de fundo, consistente e orientado por critérios, digamos, mais profundos.
   Pare-se de equiparar Olivença à Catalunha. Não há relação nenhuma! Há diferenças e intransponíveis! Resumindo: em Olivença, há todo um trabalho cultural, de fundo, que, para ser continuado e consolidado, precisa de ser cabalmente separado dum problema interno de um Estado (Espanha), em confronto com a vontade de alguns dirigentes duma região (a Catalunha), que pretendem separar-se desse Estado e formar uma nova entidade política. E repito: não há, por parte dos oliventinos, o desejo de reivindicar seja o que for que envolva problemas diplomáticos. Logo, o paralelo é abusivo. Pior: estabelecendo tais comparações, prejudica-se o labor dos próprios oliventinos, cujas intenções podem ser mal interpretadas. 
   Acima de tudo, há muita desinformação sobre este tema. Muito se agradecia que os inúmeros comentadores, profissionais ou amadores, se debruçassem sobre este tema começando por tentar saber o que se passa por Olivença de facto. E, claro, nunca o ligando ao problema da Catalunha. Muito menos com algum anti-espanholismo bacoco e pseudo-patrioteiro. Temos de nos convencer que a felicidade de um povo ou de um país não pode depender da infelicidade doutros povos ou doutros países!
   Desejo que tudo se resolva. entre as autoridades de Barcelona e de Madrid, de forma pacífica e democrática, com respeito pelos direitos humanos e pela liberdade. Digo isto com a maior das sinceridades.
   Renovo, no fim, o meu apelo: parem de buscar paralelos entre a Catalunha e Olivença!
 
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Robinson Kanes a 13.11.2017

Espero que não me esteja a chamar de comentador ou até "blogger", ainda não cheguei a tanto e... Honestamente... Nem sei se pretendo.

Fala bem no silêncio acerca de Olivença e é pena que ainda perdure e só seja utilizado, como mais uma vez diz, e bem, para fazer um paralelo com a Catalunha. No que a este ponto concerne, utilizo Olivença como forma de demonstrar que estamos mais interessados em ver Espanha a desmoronar do que propriamente a resolver essa questão que é nossa... São coisas distintas e o meu foco, sobretudo neste artigo, vai mais longe do que o referendo.

Para mim, e sublinho que me sinto melhor em Espanha do que por cá, a questão de Olivença está, supostamente resolvida por um tratado, é só dar o devido seguimento ao mesmo, embora não me pareça esse o desejo da maioria dos que lá habitam.

Se me fala em preservar o que há de português em Olivença? Claro que sim! Não é por ser um território espanhol ou português que deve levar a que a cultura local e a própria história sejam riscadas do mapa. Sabemos as consequência disso noutras regiões do mundo.

Se me perguntar se Olivença e Catalunha são a mesma coisa? Não! Aliás, a questão de Olivença é, para mim, bem mais simples e a catalã bem mais complexa, daí não perceber a atitude de muitos que menciona (eu incluido, muito provavelmente).

No entanto, e posto que achei o seu comentário muito, mas muito pertinente, convido-o a expor a situação de Olivença e quem sabe ajudar a que se faça luz para muitos que parecem ter esse tema como um não-tema. Convido-o até a escrever sobre o mesmo aqui neste espaço onde lhe serão dados todos os direitos e exclusiva responsabilidade sobre o que disser.
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olivencalivre a 13.11.2017

ROMPENDO O SILÊNCIO(1.ª PARTE DE TRÊS)

(A ESPANHA, A CATALUNHA, A EUROPA; ALGUMAS REFLEXÕES)





Carlos Eduardo da Cruz Luna///Rua General Humberto Delgado, 22, R/C 7100-123-ESTREMOZ CC 04737795
//268322697//939425126 (Prof. História e formado pela Faculdade
(Clássica) de Letras de Lisboa; oposicionista ao regime de Marcello
Caetano desde 1972)(Bloco de Esquerda)


Pensei que conseguiria ficar em silêncio perante os recentes acontecimentos em Espanha. Não porque não tivesse opinião sobre o problema da Catalunha, mas porque entendia que esse era um problema interno espanhol. Por ironia, tendo-me dedicado muito, desde há trinta anos, a estudar as questões relacionadas com o velho litígio de Olivença, ainda menos me sentia à vontade. Na realidade, o problema da Catalunha tem reflexos negativos sobre alguns aspetos ligados a este problema. Um grupo de oliventinos tem, com sucesso crescente, despertado muitos dos seus conterrâneos para as vertentes históricas, culturais, e linguísticas da cultura local, e até têm surgido pedidos de nacionalidade portuguesa. Evidentemente, este grupo não deseja pronunciar-se sobre as questões de soberania, ainda pendentes, entre Portugal e Espanha. Limita-se a reclamar o direito a restaurar a memória, necessariamente portuguesa, que é propriedade do povo local. Claro que a questão levantada pela situação na Catalunha, ao levar a um recrudescimento de afirmação do nacionalismo espanhol, só pode ser prejudicial a este caminho, pois, para muitos setores, o despertar das raízes lusas de Olivença poderá significar que, também ali, se quer de alguma forma beliscar a unidade espanhola. Convém acentuar que não é legítima qualquer comparação entre Olivença e a Catalunha. Na primeira, estamos perante um pequeno território de dois municípios (Olivença e Táliga) que quer recuperar o que indiscutivelmente lhe pertence: a sua História. Que foi a que foi, independentemente do Estado que exerce a sua soberania. Para os dinamizadores desta atividade, a questão da soberania é um aspeto secundário, mesmo porque tais problemas se equacionam a nível diplomático, e entre governos nacionais, e não a um nível que pouco mais é que municipal.

Outro problema é o da unidade da Espanha e do direito, ou não, de alguma das suas comunidades se poder converter num estado independente. Aqui, o que tenho lido enferma, muitas vezes, duma tal ilogicidade, que não resisto a fazer alguns comentários. Serão um desabafo, talvez. Entenda-se como se queira!

Talvez por estar ligado ao estudo da História, creio que esta questão tem de ser examinada a esse nível. Na verdade, ao longo dos séculos, na Europa, várias nações foram ganhando a sua unidade e foram-se transformando em estado modernos. Todavia, não se pode pretender ignorar que os povos, ou as pequenas comunidades, ou, se se quiser, muitas pequenas nações, foram simplesmente ignoradas e submetidas aos estados mais extensos e modernos que se constituíram. Sem ir mais longe, em França, os bretões, dotados duma individualidade própria, nunca puderam constituir-se em estado soberano. E já nem falo dos corsos, mais italianos que franceses, anexados à França no século XVIII... porque a ilha foi vendida pelos genoveses.

(CONTINUA/MAIS DUAS PARTES)

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