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Nunca Mais Acaba o Natal!

por Robinson Kanes, em 27.11.17

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Fonte da imagem:  https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/89/16/3f/89163f33a238b5e825a89d506be59013.jpg

 

(Original publicado a 30 de Novembro de 2016 e agora reeditado com outro sabor...)

 

Já estamos na época natalícia... O vizinho da frente já comprou um lote de luzes que dava para iluminar Amesterdão inteira, mesmo naqueles dias mais escuros. Obviamente que o vizinho do lado, não querendo ficar para trás na corrida energética, comprou um lote de luzes que obriga os aviões com destino a Schiphol a mudar de rota e a aterrar em Haia devido ao encandeamento provocado pela fortaleza de luzes capaz de fazer inveja a qualquer artilharia anti-aérea.

Não vou questionar a vertente comercial do Natal. É preciso vender e, em alguns casos, antecipadamente. Um exemplo? Os jantares de Natal das empresas, isso leva tempo e começar em Setembro pode ser um bom ponto de partida.

E quem não gosta de andar por Praga, Nuremberga, Dresden e outras cidades e sentir o espírito dos mercados de Natal? Quem não gosta do convívio, de um Glühwein ou de uma boa conversa embrulhado em cachecóis e casacos bem quentes? E a entrada é grátis!

Todavia, em alguns países (Portugal também), tenho a sensação de que quando chega o dia de Natal, para muito boa gente, é o dia em que finalmente chega a paz e o sossego! Acabou-se a injecção de anúncios, catálogos no correio, as músicas da Mariah Carey ou então “midis” com o “jingle bells”, crianças aos berros, os peditórios, os “emails” de boas festas formatados, as propagandas de Governos que fazem lembrar as ditaduras sul-americanas, e aquela correria de comprar coisas mais caras e que também existem a melhor preço noutras épocas do ano.

 

E quem é que não adora circular num hipermercado num ou num centro comercial, numa época tão bela e de paz, mas que se não toma cuidado ou é empurrado ou atropelado por um conjunto de gente com mau feitio e com o desejo de comprar qualquer coisa, qual leão atrás de uma palanca - eu acredito que não é fácil ter dinheiro na carteira e poder gastá-lo em tudo e mais alguma coisa, mas vejamos, nem todos podemos ter a sorte de viver na Síria, no Egipto, no Bangladesh ou na Venezuela! Não andem tristes nem se comportem como autênticos figurantes do videoclip do “Thriller” de Michael Jackson. Infelizmente, ter dinheiro para gastar e poder acumular dívidas tocou-nos e temos de viver com isso, por isso que o façamos com um sorriso e simpatia e respeito pelos outros... Eu sei que não é fácil, mas os outros também conseguem viver.

 

Depois temos as “Black Fridays”, que, num país com mais dias de promoções que habitantes faz claramente todo o sentido. Faz tanto sentido que alguns até vão mais longe e criam os “Black Weekends” ou as “Black Weeks” não vá escapar algo à nossa lista de desejos.



Acredito até, que o dia de Natal, ou mesmo a consoada, são uma tremenda ressaca e que o ar enfadado, na cara de muitos, prova isso mesmo. Lá se vai um subsídio para meia-dúzia de horas e ainda por cima para marcar no calendário esta comunhão. O dia de Natal em si, é feito sentado à mesa e numa apatia muitas vezes assustadora... É preciso comer e ficar com um aspecto anafado! Tenho aquela sensação de que alguns indivíduos "encharcam-se" tanto nesta época que indago se não temos qualquer relação com o urso, por exemplo, que precisa de uns bons quilos de salmão para aguentar o período de hibernação sem comer ( no caso dos humanos, esse período dura até à Páscoa e em alguns casos até às chamadas férias de Verão). Não esquecemos que a fauna portuguesa precisa de épocas impostas para festejar algo... Mesmo que acabe farta e cansada com uma expressão de cara de atum.

A vertente consumista (mesmo a dos peditórios) é tanta e tão mecanizada como a própria época que questiono se ainda existe Natal. E nem sou daqueles que vê o Natal com o menino Jesus nas palhas deitado (ou será nas palhas estendido?) ,mas sim o Natal como uma época que se sinta, que se viva, que se experimente com naturalidade e com a emoção devida, independentemente da religião ou qualquer outra convicção... Se tiverem oportunidade de partilhar e "ensinar" o espírito de Natal com indivíduos que não são crentes arriscam-se a ter um Natal mais cristão que os próprios cristãos...

Talvez seja uma visão romanceada... talvez seja até uma visão infantil, mas tal como Saint-Exupery, eu próprio possa ser levado a pensar se a infância em Saint-Maurice-de-Rémens não teria sido o corolário de uma vida e o que aí se seguiu uma luta pela verdade e pela realidade da mesma.

 

P.S: E porque já se fala de Natal, o meu desejo é  que ninguém se lembre de me proibir de sorrir ou cantar no carro... Se o ACP (Automóvel Clube de Portugal) e a LPCPBD (Liga Portuguesa Contra as Pessoas Bem Dipostas) começam a perceber que existem muitos indivíduos como eu, vão perserguir-nos como a qualquer fumador que puxe do seu cigarro dentro do veículo. Eu sei que é uma forma estúpida de conseguir financiamento para campanhas e para algumas carteiras... Mas isso não!

 

 

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79 comentários

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Maria Araújo a 27.11.2017

Muito bom e tem sentido o que escreveu aqui.
Não podendo fazer nada para mudar o mundo e a sociedade, confesso, adoro a época de Natal, passear pelas ruas, ouvir as canções de Natal, mas nem sempre as da Mariah Carey, muito mais do Frank Sinatra e outros, não costumo ser consumista e não vou em propagandas.
Aqui em casa festeja-se com alegria, há crianças, há comida, há conversa e risadas, há espírito de Natal.
Mas adorei esta expressão: " É preciso comer e ficar com um aspecto anafado! "

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Robinson Kanes a 27.11.2017

Eu gosto, mas para gostar mesmo tenho de me fechar na minha bolha, caso contrário fico a odiar.

E não é? Parece que quem comer pouco não celebra o Natal. E já nem falo dos "lateiros" de jantares de Natal... Parece que o Natal é o ponto na agenda para sermos amigos de outrem...
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Maria Araújo a 27.11.2017

Em tempos, havia sempre um jantar de Natal com as amigas.
Depois, os filhos, o trabalho, o dinheiro, deixou de haver.
Actualmente, tenho com os colegas de trabalho, e não precisamos do Natal para nos encontrarmos.
Sábado, foi em Amares.

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Robinson Kanes a 27.11.2017

Ai Amares... Aquele Mosteiro em Santa Maria do Bouro... E que zona linda aquela... Estou com inveja da boa :-)
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Isabel a 27.11.2017

O Natal na Alemanha tem outro espírito que aqui em lisboa, pelo menos em Hamburg. Há mais convívio devido aos mercados de Natal que são mais que as mães pela cidade. As pessoas convivem depois do trabalho e atenção que às quatro e meia já é noite cerrada e o frio faz ranger os dentes. Com uma Bratwurst quentinha e Glühwein, passa-se um serão fantástico com os amigos e familiares.

Claro que há o consumismo mas sinto que não é tão desmedido como aqui. Tanto que aos domingos tudo se encontra fechado mesmo sendo época alta, só alguns estabelecimentos de restauração se encontram abertos. Este pormenor já me diz muito sobre esta cultura.
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Robinson Kanes a 27.11.2017

Tem outro espírito, o que é estranho em contraste connosco, não só porque temos mais tradição católica mas porque, supostamente, até somos um povo mais alegre e aberto ao convívio... Supostamente...

Consumismo há em "todo o lado", mas por cá ainda conseguimos ser piores que os americanos.
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Anónimo a 27.11.2017

É interessante ver que esse contraste não se verifica só na época natalícia mas no resto do ano. Quando está bom tempo há o costume de conviver depois do trabalho, nota-se que há um aproveitamento maior dos parques da cidade.
As pessoas juntam-se por exemplo para piqueniques e tudo isto num dia normal da semana.
Acredito que ajuda bastante o horário normal de trabalho começar mais cedo o que significa que às três/quatro horas as pessoas já estão livres para fazer o que lhes bem apetecer.
Até com chuva fazem-se planos enquanto que aqui é mais uma desculpa para ficar em casa porque lá fora está desagradável.

Confesso que gosto mais desta filosofia.
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Robinson Kanes a 27.11.2017

Tão centro da Europa essas suas palavras. Lembro-me de em Berlim, uma pequena aberta de sol levar a que as pessoas invadissem os locais junto ao rio... Um rio negro por sinal... Lembro-me de ter participado em churrascos durante o Inverno e com um tempo que em Portugal me chamariam doido... Na Bélgica senti o mesmo, no Reino Unido nem se fala, na Alemanha é o que é, ver o Jardim dos Ingleses sempre cheio de gente... Não são países que me fascinam, mas ver esses hábitos é deveras interessante e eu gosto muito...

Sim, eu sou uma "morning person"... Além disso ninguém leva a mal se outrem começa a trabalhar cedo e sai cedo... Além disso o trabalho está organizado e as pessoas sabem bem o que devem fazer... Cá dá prazer viver no caos...

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Maria a 27.11.2017

Ai querido Robinson... Já te contei que trabalho perto de uma grande superficie comercial... Depois das blacks fridays, vem o Natal, depois as devoluções e depois os saldos...
SOCORRO!

PS - Exactamente da mesma opinião!
E que tal proibirem as pessoas de ter ideias de jerico? Ah, não...espera...
Não são adeptos da auto-proibição!
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Robinson Kanes a 27.11.2017

Esse grande centro religioso português, o Colombo ahahahah

Eu sugeriria que se bonificassem as pessoas que têm ideias, isso sim é cada vez mais raro :-)

Ideias de jerico ahahahahahah
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Maria a 28.11.2017

Representativo do que ha de mais cristão...

Por isso é que te adoro. Eu procuro o castigo dos burros e tu, alma boa, procuras gratificar por mérito! Lindo
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Sílex a 27.11.2017

Olá! Primeiro, quando for grande quero também poder visitar todos esses lugares (com mercados de Natal ) de que falas e outros com que me pões a sonhar. Que bom! Esse é que deve ser um Natal especial, passado na rua a confraternizar e a apreciar a época como deve ser. Carinho, união, e de consumismo muito pouco. A sério! um dia adorava visitar esses mercados e bazares ,nas terras onde o Natal terá mais sentido, até pelo clima e envolvência. Depois dizes isto e desculpa citar.

"mas sim o Natal como uma época que se sinta, que se viva, que se experimente com naturalidade e com a emoção devida, independentemente da religião ou qualquer outra convicção... Se tiverem oportunidade de partilhar e "ensinar" o espírito de Natal com indivíduos que não são crentes arriscam-se a ter um Natal mais cristão que os próprios cristãos...

Não só esta tua referência, mas inúmeras do teu texto que está (como sempre) magnífico, deixam-me grata por existirem pessoas assim, quando me parece em certos sítios a que vou que as pessoas só falta "engolirem-se" umas às outras.

"eu acredito que não é fácil ter dinheiro na carteira e poder gastá-lo em tudo e mais alguma coisa, mas vejamos, nem todos podemos ter a sorte de viver na Síria, no Egipto, no Bangladesh ou na Venezuela!"

Meu amigo! Quanta verdade. Já nem sei que diga. Vir ler-te, começa a funcionar como um "afrodisíaco" no bom sentido, um bálsamo ao fim de uma longa e penosa jornada! Bem hajas. Uma boa semana e tudo a correr como desejas. Obrigada, pela tua companhia.
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Robinson Kanes a 27.11.2017

Não sou assim tão viajado, há por aí blogues de viagens para isso :-)

Sim, é interessante, porque olhamos esses povos, sobretudo do centro da Europa, como mais frios e menos calorosos, mas depois...

Hoje isto está uma guerra... Mas há que segurar o nível, mesmo que nos custe caro :-)

Muito obrigado pelas tuas palavras, também me ajudam a não me sentir como um "alien" :-)

Obrigado e Boa Semana...
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Sílex a 28.11.2017

Bom dia! Sabes que ontem ainda tive quase para apagar o comentário, porque ao chamar-te "afrodisíaco" ainda alguém se punha com teorias e põe sentidos no que não os tem. Quando gosto das pessoas sou muito natural na afectividade e brincadeira, que a amizade verdadeira, permite, ao tratarmos e falarmos com os amigos (como isso mesmo), amigos, como devem ser.
Pessoas com jeito! Com que se pode ter uma conversa, dizer uma piada e estar à vontade e que sabem que falamos do coração, com pureza e não com interesses ou "graxa". Porque a verdade é esta! Já há tão poucas pessoas com quem possamos lidar de forma genuína, que eu já me impeço de falar, e quando me escapa com alguma naturalidade um elogio, até me sinto culpada, como se estivesse a ser inoportuna ou a fazer alguma coisa de mal. Às vezes queremos ser simpáticos e somos mal interpretados. Enfim... ainda bem que posso falar contigo. Tem um excelente dia.
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Robinson Kanes a 29.11.2017

Teorias são teorias, sem problema :-)

A naturalidade nunca fez mal a ninguém nem deve ser confundida com falta de educação.

Ora essa, nem pensei noutro sentido :-)

Obrigado eu e votos de um excelente dia.
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Corvo a 27.11.2017

Eu gosto. Gosto muito do Natal!
Quer dizer, da quadra natalícia, mais concretamente dos dias decorrentes de 24 até 26 em que tudo é amor e compreensão para todos.
Comovente tanta sensibilidade e amor universal de todos para todos. Emociono-me as lágrimas a comovente demonstração de civilidade e educação para com o próximo. Lindo a compreensão para todos, virtuosos e pecadores, ricos e pobres, cultos e ignorantes, engravatados e esfarrapados todos tratados com o mesmo amor e fraternidade.
Tudo são sorrisos e amabilidades, ninguém trepa por cima de ninguém, ninguém acelera para chegar à rotunda não vá aquele desclassificado chegar primeiro e meter-se à frente quando a prioridade não é dele, todos a pararem e a convidarem para entrar quem se desespera para sair de uma garagem, todos a respeitarem os peões e ajudarem as velhinhas a atravessarem a rua, ninguém fura bichas nem se apressa para chegar primeiro, ninguém buzina no trânsito nem chama filho da. pu.. ao espertinho que se meteu à frente. Ai ele vinha enganado e só agora é que deu conta que afinal devia vir nesta faixa? Que se lixe, a minha frente é que ele não entra.
Enternecedor, vos digo eu: Vocês é que ainda não deram conta porque o espírito natalício ainda não vos iluminou.
Dia 26 é de profunda reflexão, ou ressaca e as ideias ainda estão meio colmatadas, mas dia 27 tudo é clarinho como a mais pura e cristalina água da fonte jorrando.
Rais parta isto, rais parta o Natal e quem se lembrou de o celebrar. Subsídio foi-se, e não foi sozinho. Um mês inteirinho fez-lhe companhia, lembraram-se de pecados velhos e lá estão prestações para pagar.
Ah! Isto não fica assim, não fica não. E ainda por cima vem este gajo meter-se à minha frente? Espera que eu já te canto, ó parvalhão da merd@.
Não tens olhos? Ó filho da p...?
Ah, o Natal. Lindo, comovente e enternecedor.
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Maria Araújo a 27.11.2017

Excelente, Corvo, e muito verdadeiro, ahahah!
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Robinson Kanes a 27.11.2017

Bem... Que dizer?

Adorei o seu sentido irónico... Mais uma grande característica do grande "Corvo".

Que palavras :-)
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HD a 27.11.2017

Eu também já estou enjoado de Natal e pouca TV vejo :-)

Acho bem, toca a abater toda a gente que possa pagar algum tipo de coima ;p
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Robinson Kanes a 27.11.2017

E eu que nem tenho o aparelho?

ahahahah
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HD a 28.11.2017

Essa é a verdadeira... não aquisição! :-D
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cheia a 27.11.2017

Tornaram o Natal num consumismo, que leva muitas pessoas a gastarem o que têm e não têm. Não alinho no negócio de troca de prendas, gosto muito do convívio.
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Robinson Kanes a 27.11.2017

Convívio verdadeiro, algo pouco em voga e que tende a perder-se por cá...
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O ultimo fecha a porta a 27.11.2017

Caro Robbinson, que discurso tão amargurado!
Gosto de Natal. É a época da lareira, da família, da boa disposição, de comer sem pensar na dieta, sim!

O Natal e o consumismo fazem falta às marcas e é aí que muitas vão arranjar dinheiro para pagar salários e honrar compromissos. Este ano houve uma adesão maciça ao black friday (surpreendeu-me o grupo Inditex), mas o bom tempo afasta as pessoas do shopping e urge alavancar vendas.
Quanto ao facto de se ter o ambiente demasiado cedo como a imagem indica, acho tb um pouco exagerado, mas se as pessoas ficam mais animadas, porque não?
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Robinson Kanes a 28.11.2017

Gosto que por aqui pensem que o sou :-)

No entanto, não posso fugir à realidade e nem sempre a minha visão pessoal vai ao encontro de uma visão mais... profissional? Se há alguém que tem defendido no blog o lucro das empresas sou eu... Todavia, isso não me pode impedir de avaliar comportamentos ou pelo menos de tecer algum humor em torno dos mesmos...

Consumo sim... Mas não como um medicamento ou uma forma de estar na vida... Até porque as consequências estão à vista... Basta uma redução mínima no salário e vai tudo à falência...
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O ultimo fecha a porta a 28.11.2017

Sim, lá está não se pode cair no exagero.
Quanto aos créditos ao consumo, aí a minha opinião já a dei no blog. Sou totalmente contra esta politica agressiva dos bancos!
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Robinson Kanes a 28.11.2017

Mas são empresas que também precisam de lucrar e, no fundo, não obrigam ninguém :-)
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O ultimo fecha a porta a 28.11.2017

Não obrigam é um facto, mas são agressivos numa estratégia que já falhou e que tivemos que pagar todos com os nossos impostos.
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Robinson Kanes a 29.11.2017

Mas... Mais uma vez, ninguém obrigou e também não vi ninguém a tomar uma posição em relação a essas medidas que incluíram os nossos impostos :-)
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Phocaontas a 28.11.2017

Ola amei o teu artigo..
Descreves te muito bem o natal.
Para mim o natal devia ser todos os dias e nao apenas uma vez no ano.
As pessoas hoje em dia sao demasiado egocêntricas melhor é que tivessem um ano inteiro a fazer voas ações.
Aguardo uma visitinha nos meus blogues obrigado
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Robinson Kanes a 29.11.2017

Muito obrigado :-)

O Natal tem mais gente a assistir às nossas boas acções.

Assim o farei :-)
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Beia Folques a 28.11.2017

Robinson Kanes deixo aqui a minha sugestão para viver a quadra do Natal, na ilha da Madeira. Os Madeirenses vivem estes dias em festa, muito na rua, com muita alegria e o clima é fantástico. Garanto que não se vai arrepender
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Robinson Kanes a 29.11.2017

É uma opção para futuro, nunca vivi essa época nas ilhas :-)

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