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Leitura do Dia: Education at a Glance 2018!

por Robinson Kanes, em 13.09.18

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Créditos https://www.irishtimes.com/news/science/the-reason-why-modern-teaching-methods-don-t-work-1.2115219

 

É só mais um estudo... Um estudo que nunca se poderá dizer que é infalível - mas também não é só irmos atrás da comunicação social e esperar que sejam estes a dar-nos as respostas.

 

Também não é a ter pena de quem trabalha 20 anos e "só" aufere 1700 euros ilíquidos por mês que podemos ter pena de uma classe. Ver como vi professores a queixarem-se da triste sorte é no mínimo hilariante, vale-nos o facto de que ninguém se lembrou daqueles "extras" que também surgem no recibo de vencimento e aumentam os salários. Tenhamos também pena de quem (não são todos, de facto) tem trabalho garantido para a vida ou pode sempre abandonar o mesmo e procurar melhor (mas nem sempre o faz).

 

A educação em Portugal tem girado em torno das reinvindicações da classe dos professores, contudo, este estudo alerta para áreas que são bem mais importantes, nomeadamente: os gastos com a educação "vs" retorno e impacte da mesma. Não alerta, no entanto, para o próprio modelo de educação que, em muitas situações, está obsoleto e completamente à margem das necessidades de uma sociedade pós-moderna. Esses assuntos ninguém parece querer discutir porque, muito provavelmente, levariam a grandes mudanças que colocariam muitos professores (não todos) num patamar de total incapacidade para o serviço. Este meu comentário, todavia, não invalida que ainda se preservem métodos antigos que funcionam, nomeadamente a disciplina e o método cientifico.

 

Finalmente, o que se está a passar com os professores, é o facto de um grupo que em tempos foi uma elite, estar agora a ser nivelado com os parâmetros ditos normais, ou seja, mais uma profissão, com a sua devida importância, mas nem mais nem menos que as outras... E sempre que isso acontece, a contestação é inevitável...

 

Podem ler o estudo aqui

 

Boas leituras...

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23 comentários

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De P. P. a 16.09.2018 às 23:29

E assim continua a ser, Maria.
Tenho uma amiga, QA que ainda aufere tanto quanto um contratado. Eu, entrei para QZP em 2002, QA em 2009 e, continuo no 2.º.
Mas não é o vencimento o que mais me importa. Preferia nunca ter passado pelos cancros dos pais, o Alzheimer da avó e ter o vencimento de um contratado. Aliás, nem faço parte daqueles que se distingue destes na sala de professores ou seja lá onde for.
Em foco, estão sempre os do topo. Nós, jamais lá chegaremos.
Concordo com o que escreve. Sem dúvida que "Uma profissão que já foi respeitada, perdeu credibilidade muito pelo abuso de uma minoria que fazia dela um emprego, não uma vocação." Quantas, influenciados por essa minoria, incluindo familiares, argumentam a nosso respeito... Diferentes realidades.
Quanto ao estudo em anexo, já surgiram várias opiniões controversas.

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