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Ultimaker at Volkswagen Autoeuropa.jpg

Fonte da Imagem: https://ultimaker.com/en/stories/43969-volkswagen-autoeuropa-maximizing-production-efficiency-with-3d-printed-tools-jigs-and-fixtures

 

Trabalhar na Autoeuropa passou a significar que estamos perante uma elite de desgraçados que trabalham numa das empresas com um salário médio acima, e passo a redundância, da média nacional - também tenho noção que, como empresa que é, tem os seus problemas e não é um local perfeito.

 

Trabalhar aos Sábados, aliás, alguns Sábados, e receber várias compensações por isso já é mau... Afinal, nem todos têm uma vida regalada como outros indivíduos que não sabem durantes meses o que é um fim-de-semana e se desdobram em tentar encontrar quem lhes tome conta dos filhos porque simplesmente não podem pagar a creche dos mesmos - porque o salário mal dá para viver e porque não existem benefícios quaisquer associados ao trabalho ao fim de semana e, em alguns casos, até por turnos - não estou com isto a defender que pelo facto de alguns serem altamente explorados os outros também tenham de ser.

 

Esses e outros regalados trabalhadores, que aturam, sobretudo na margem sul e não só, a estupidez daqueles que não querem abdicar do fim de semana e descarregam nestes as frustrações da semana, deverão agora, através dos seus impostos, apoiar os pobres trabalhadores da Autoeuropa. Eu acho bem, que isto de trabalhar fins de semana sem compensação não é para todos, só para privilegiados! Não vou culpar a administração da Autoeuropa - fosse eu o CEO da mesma e concordava imediatamente com a decisão, além de que a meta desta passa por atingir os objectivos de produção e manter a sobrevivência de milhares de pessoas ... No entanto, porque é que os portugueses têm de pagar mais um luxo (pois já pagam muitos, sobretudo no sector público) a trabalhadores do sector privado que decidiram que trabalhar ao Sábado é crime! É crime e uma falta de respeito pela vida familiar... Pelo menos até os Sábados serem pagos a dobrar e a triplicar e trazerem também outras regalias... Aí deixa de ser penoso...

 

Porquê esta cedência do Governo, mesmo que nos digam que é uma prática normal - que afinal não é assim tão comum? E porquê mais uma temática em que o comentador do reino, vulgo Presidente da República, procurou fugir... Há assuntos que incomodam Marcelo... E cada vez são mais, já não é só o Grupo Espírito Santo e Angola.

 

Sempre me ensinaram que o papel dos Estados é fomentar o investimento, não é garantir a sobrevivência eterna das empresas, ou de sindicatos com interesses que não passam pela manutenção do tecido empresarial nacional - Será que deveria ter tirado um curso na Universidade Pyongyang? Deste modo também podemos falar de captação de investimento, todavia, fazer as reformas estruturais é um assunto que teima em não ver a luz do dia, até lá, vão-se esbanjando os impostos dos contribuintes a troco de votos e interesses partidários. Depois da Azambuja, vislumbro o fecho de Palmela, e honestamente, é talvez algo que a administração da AutoEuropa deva começar a pensar, talvez após isso e com níveis de desemprego assustadores na região de Setúbal, já por si fragilizada, muitos possam perceber que o mundo está a mudar e 10 milhões não têm de se sacrificar só para que alguns mantenham privilégios que não lembram a ninguém!

 

Em relação à classe política... Pense-se mais no país e menos em votos... Em relação a este povo... Pense-se mais nos problemas estruturais e menos nos decotes das meninas da Fórmula 1.

 

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30 comentários

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De Sofia a 05.02.2018 às 10:58

Eu gostava de ter o ordenado desgraço dos trabalhadores da Autoeuropa, daqui nada ganho o ordenado mínimo, já não sou aumentada há 10 anos!
Os trabalhadores e sindicatos estão a brincar e na minha opinião a administração já teve muita paciência, se continuam assim vai tudo para o desemprego e assim fica todos felizes...
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 12:14

Nem tudo é mau na Autoeuropa, é em muitas coisas uma fábrica exemplo, daí a administração ser paciente... Mas a OPEL também era e...
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De Sofia a 05.02.2018 às 12:33

Eu sei que sim, as nossas fabricas, mesmo as têxteis estão muito bem vista lá fora, agora neste caso acho que os trabalhadores se estão a deixar-me levar pelos sindicados e não vai acabar bem...
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 13:15

A ver vamos...
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De Psicogata a 05.02.2018 às 11:49

Uma vergonha.
Sou totalmente de acordo que os trabalhadores lutem pelo que consideram certo, que o Governo se meta ao barulho é inadmissível.
Não demorará muito a fábrica será deslocalizada para um local onde não exista um sindicato que em vez de mediador é um tirano.
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 12:16

Polónia, Roménia, Eslovenia, Lituânia, Eslováquia e por aí adiante...

Temos a proximidade com os Estados Unidos e o porto de Setúbal, o que é uma mais-valia para a VW.

No entanto, estas lutas de poder destruirão quase todo o tecido produtivo em Portugal.
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De Psicogata a 05.02.2018 às 12:19

É uma pena que não se preocupem com os trabalhadores explorados, isso é que pena, o Governo meter-se nestas trapalhadas por causa do PCP, imagine-se!?
Espero sinceramente que a Geringonça não se repita em Portugal.
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 12:34

Vai ao encontro do que digo... Há casos em que sim, aí sim, não é um trabalho digno, mas aqui?

Eu até percebo que a presença desta fábrica em Portugal é fundamental, mas... Não podemos passar a vida a ceder a grupos minoritários que têm minado alguns importantes sectores deste país.

... provavelmente não são assim tão minoritários e só procuram substituir um capitalismo mais livre por um com uma só linha e que acabe com uma festa onde uns são mais porcos que outros, fazendo aqui uma referência a Orwell.
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De Psicogata a 05.02.2018 às 12:37

O Governo não deve intervir no sector privado fora do que é estabelecido na lei, pode produzir legislação, mas nunca intervir desta forma.
Não faz qualquer sentido.
É uma pena que trabalhadores de outros sectores não saiam à rua a reclamar os mesmos direitos.
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 13:16

Paternalismo (para não lhe chamar algo ainda pior) dos nossos governantes... Doença crónica...

Os outros são cidadãos de 3ª.

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De Rita PN a 05.02.2018 às 12:13

Eu podia comentar N pontos, mas sinceramente nem vontade tenho...
Aqueles que se negam a trabalhar ao sábado por se considerarem elite trabalhadora, são os mesmos que durante o fim de semana exigem, de quem trabalha, um patamar de excelência de atentimento que corresponda aos seus requisitos. São os que, não raras vezes, despejam as suas frustrações junto de empregados de balcão, empregados de restauração, lojistas, funcionáriaa da caixa do supermercado... etc. Esses que, pouco ou nada mais do que o ordenado minimo recebem, tendo que ter uma capacidade de encaixe suberba para lidar com o público em geral.
Gosto de dar exemplos concretos, preferencialmente da minha experiência pessoal, trabalhei dois anos inteiros sem ter um único fim de semana de folga e sem receber mais por ser sábado ou domingo. O mesmo se aplica aos feriados. Não sou casada nem mãe de filhos, mas havia colegas que o eram. As implicações que estas questões têm a nível pessoal e familiar são, por vezes, complicadas. Não bastanto o horário perfeitmente desajustado durante a semana, ao fim de semana não se consegue ter tempo de qualidade para dedicar à família.
Quando existe recompensa monetária, existe uma maior motivação para trabalhar quando mais ninguém o quer fazer. Mas o dinheiro não é tudo na vida e existe uma boa prática que concede um dia de descanso extra por cada domingo ou feriado trabalhado, para além do pagamento do dia extra. Mas isto é suportado pela própria empresa, não são os contribuintes quem paga extras...

A questão que aqui se coloca é, Portugal precisa ou não de captar investimento privado? Precisa. Portugal tem ou não condições para acolher grandes empresas? Tem. Portugal precisa ou não de se rebaixar para apresentar condições mais competitivas à fixação dessas empresas? Por vezes, mas sem descer as calças.
Portugal tem ou não uma política de emprego sustentável? Não.
Portugal concebe liberdade económica suficiente aos privados para que possam gerar lucros, sem a excessiva interferência do Estado, conseguindo obter as condições ecesárias para que os seus trabalhadores beneficiem igualmente de melhores condições? Não. Isso potência a corrupção? Óbviamente, um Estado com demasiado poder sobre a economia privada fomenta o aumento da corrupção.
O Estado português deve subrecarregar os contribuintes, aumentando os impostos, para que seja possível ao sector privado gerar riqueza para o país? Não. Cria o efeito bola de neve e acaba por ficar tudo na mesma. Recebe de um lado desconta ou paga no outro o correspondente ao aumento. É sabido que um cidadão que paga impostos é um cidadão mais exigente, e isso quer-se. Contudo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

É estritamente necessário que a mão de obra especializada aufira vencimentos como vemos em Portugal? E que ainda lhes seja passada a ideia de que "trabalhas para uma Gigante nacional ou internacional, devias era estar grato à vida"?. Lá fora, quantas dessas empresas não pagam vencimentos superiores?

Focando na grande Lisboa. Custos da renda de um T1 atualmente 600€ + despesas mensais + alimentação + transportes + saúde + poder respirar e usufruir da vida ....
Expliquem-me como é que alguém que recebe o ordenado mínimo pode sobreviver com dignidade.... Tudo aumenta, excepto os vencimentos.

Sineramente não sei se sou a favor de existir um mínimo. Talvez o correto fosse abolir esse valor. Conceder a liberdade às empresas para definirem o seu mínimo. Isso obrigaria a que os valores aumentassem, por força da concorrência. Se já vieram a público inúmeras notícias de que as empreas não estão a conseguir contrtar em Portugal e o motivo é 90% salário e condições, porque obviamente se podem pagar o mínimo vão fazê-lo, imagina se todos fossem obrigados a procurar as condições mais dignas para oferecer aos seus funcionários. Claro que, cada um iria aceitar aquilo que considera-se ser o adequado. Continuariam a existir salários muito baixos, mas não seriam uma obrigação, seriam liberdade de escolha.

Tudo isto me revolta, embora de nada adiante revoltar-me.
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 12:25

"Aqueles que se negam a trabalhar ao sábado por se considerarem elite trabalhadora, são os mesmos que durante o fim de semana exigem, de quem trabalha, um patamar de excelência de atentimento que corresponda aos seus requisitos. "

Ora aí é que está... Já para não falar que tudo neste país é gerido como se ninguém trabalhasse ao fim de semana. E sim, com filhos ou sem filhos, exigem condições que têm de ser acauteladas, mas não entremos em exageros.

Respondeste às questões que colocaste e que eu subscrevo, no entanto, destaco este ponto.

"Obviamente, um Estado com demasiado poder sobre a economia privada fomenta o aumento da corrupção. "

Não só fomenta como também dinamita o desenvolvimento económico. Considero que existem situações em que sim, o Estado deve estar presente, mas outras... O caso dos CTT, sem dúvida foi um passo muito mal dado, mas na TAP e outras empresas continua a insistir-se na presença estatal e de muitos "boys" e regalias...

"O Estado português deve subrecarregar os contribuintes, aumentando os impostos, para que seja possível ao sector privado gerar riqueza para o país? Não. Cria o efeito bola de neve e acaba por ficar tudo na mesma. Recebe de um lado desconta ou paga no outro o correspondente ao aumento. É sabido que um cidadão que paga impostos é um cidadão mais exigente, e isso quer-se. Contudo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. ".

Nos países onde os impostos são mais elevados e não existe uma "recompensa" visível da aplicação dos mesmos, a fuga é maior... Não é preciso descobrir a pólvora para chegar a essa conclusão.

"É estritamente necessário que a mão de obra especializada aufira vencimentos como vemos em Portugal? E que ainda lhes seja passada a ideia de que "trabalhas para uma Gigante nacional ou internacional, devias era estar grato à vida"?. Lá fora, quantas dessas empresas não pagam vencimentos superiores? "

Existem organizações que até pagam salários que são apetecíveis. Mas ainda não alinhámos remuneração com produção e enquanto assim for...


"Focando na grande Lisboa. Custos da renda de um T1 atualmente 600€ + despesas mensais + alimentação + transportes + saúde + poder respirar e usufruir da vida ....
Expliquem-me como é que alguém que recebe o ordenado mínimo pode sobreviver com dignidade.... Tudo aumenta, excepto os vencimentos. "

Já acontece em outras capitais há muito, não é uma questão nossa, infelizmente... Depois existem outras questões, produzimos? Nem sempre temos uma boa estratégia produtiva que permita criar mais lucros e aumentar salários... Depois, o re-investimento é uma coisa que poucos fazem e mais tarde ou mais cedo chegam as consequências... Mas olha que não parecemos um país pobre, com o nível de vida que levamos eu até acho que auferimos muito acima da média.

Voltamos ao mesmo, as reformas estruturais estão por fazer, há anos que se fala nisso, mas até agora, só importam as polémicas em torno de programas de televisão e senhoras de mini-saia em eventos automobilísticos.



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De Rita PN a 05.02.2018 às 18:32

"Não só fomenta como também dinamita o desenvolvimento económico. Considero que existem situações em que sim, o Estado deve estar presente, mas outras... O caso dos CTT, sem dúvida foi um passo muito mal dado, mas na TAP e outras empresas continua a insistir-se na presença estatal e de muitos "boys" e regalias..." - Dinamita! Palavra certeira! A respeito dos CTT enfim, no coments, a respeito de regalias e " das carinhas bonitas de alguém" é mais que sabido que é assim mesmo que funciona e continuará a funcionar enquanto a percentagem da presença estatal assim o "obrigar". Não importa se a empresa presta melhor serviço, se lucra mais, se produz mais, se é mais eficiênte e exemplar, interessa que tem lá XX e YY a receber o preço do favor feito a alguém.

"Nos países onde os impostos são mais elevados e não existe uma "recompensa" visível da aplicação dos mesmos, a fuga é maior... Não é preciso descobrir a pólvora para chegar a essa conclusão." - Pois bem, é tão claro como água. O mesmo se passa nas empresas privadas, nomedamente naquelas que vivem de transações. Se for uma agência franchisada que é obrigada a pagar XX por cada transação ou pelo valor global de transação, isso incentiva a que os negócios sejam feitos por fora e não sejam declarados nas contas da empresa. Na versão estado/contribuintes, é exatamente igual.

"Existem organizações que até pagam salários que são apetecíveis. Mas ainda não alinhámos remuneração com produção e enquanto assim for..." - Estamos a falar de mão de obra especializada e não de quem se senta nos seus gabinetes, à luz dos seus cargos pomposos, certo? Esses sei eu que recebem salários bem apetecíveis sem que a produção acompanhe a curva salarial ascendente. Aos restantes também se aplica, obviamente, mas choca-me a segunda situação porque, qauntas vezes, não é ela quem inviabiliza uma maior produção? Interessa manter esses salários, mesmo que para tal se reduza o número de funcionários ou se apliquem cortes nos salários ou complementos. Essas pol+iticas, geralmente, dão origem a mau estar no seio do núcleo de colaboradores, gera desmotivação e, por consequência, quebra na produção.

"Mas olha que não parecemos um país pobre, com o nível de vida que levamos eu até acho que auferimos muito acima da média." - E ainda ficamos ofendidos quando nos dizem que gastamos dinheiro em copos, farra e meninas :-P
Eu diria que a aparência vive melhor do que a essência.



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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 20:54

Não existem almoços grátis, embora insistamos no discurso bonito... Ou andamos a faltar às aulas de gestão e economia ou andamos a faltar ao trabalho.

Referia-me ao facto da produçao global não ser suficiente para criar uma maior rentabilidade. Talvez esses pomposos pouco ou nada saiba de organização do trabalho/processos/produção. Volto a referir que o "middle management" continua a ser um cancro nas organizações... Ou pelo menos em algumas.

Aparência... é a palavra cjave, mas não dura sempre. Algum dia alguém deixa de pagar.
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De Happy a 05.02.2018 às 12:24

Olha, eu tenho um amigo meu que trabalha lá. É encarregado numa das secções. E quando falo com ele e depois vejo as notícias, parece estar a falar de duas empresas diferentes.
O que ele me diz é que a contestação é de uma dúzia de trabalhadores que levaram os sindicatos lá para dentro e estão a querer travar a greve.
E realmente quando vemos manifestações na tv, é mesmo só uma mancha de gatos pingados...
Parece-me haver um desfasamento entre a maioria dos trabalhadores e aquilo que li há dias acerca de sindicatos dos call centers, dos bancários, etc que se estão a tentar imiscuir na AutoEuropa através de um movimento que eles chamam CASA.
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 12:29

Conheço lá vários indivíduos... É óbvio que nem todos pensam o mesmo... E mesmo que seja de meia dúzia de trabalhadores, os impactes estão aí, afinal sempre vamos pagar as creches. Mal ou bem, os intentos foram conseguidos, tenham sido meia dúzia ou 100. Além de que, meia dúzia ou não... A maioria chumbou as medidas da empresa.

Vamos ver o que isto vai dar... Além de que é preciso ter cuidado com o que se lê nas notícias... Ouvi chamarem um encerramento de fábrica a um "shutdown", uma coisa perfeitamente banal em indústria.
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De cheia a 05.02.2018 às 20:10

Estão fartos de estar bem? Oxalá não percam tudo, até porque tudo estar a mudar, os carros do futuro são elétricos, vamos ver se a Autoeuropa os vai fabricar!
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 20:48

Muitos serão e a VW está a fazer o seu trabalho... Vamos ver é se cá nos sabemos comportar.
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De HD a 05.02.2018 às 20:59

Já mandei a minha candidatura para lá, até me disponibilizei a trabalhar... ao domingo! :-)
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 21:05

Ahahahahahah

Quantos não quereriam... A brincar que o digas.
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De HD a 05.02.2018 às 21:16

Eu estava a falar muito a sério :-)
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 21:53

Entendo-te, até porque folgar à semana tem muitas vantagens.
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De HD a 05.02.2018 às 21:56

Ai não, tratar daquelas tarefas mais chatas é menos penoso e folgado :-)
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 21:58

E mesmo em termos de qualidade em muitos serviços e actividades...
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De HD a 05.02.2018 às 22:03

Preços, disponibilidade... e por aí fora! ;-)
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De Robinson Kanes a 06.02.2018 às 08:49

Nem mais :-)
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De Maria Araújo a 05.02.2018 às 20:59

"Quem tudo quer, tudo perde".
Oxalá o ditado não seja real para a Auto Europa.
Mas receio.
Outras grandes empresas já eram, por cá.
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De Robinson Kanes a 05.02.2018 às 21:06

Já falei da Opel, espero que não se repita... Agora pagar creches ao Sábado é qualquer coisa.
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De Maria Araújo a 07.02.2018 às 20:40

E pelo que vi, a confusão já se instaurou na Auto Europa.
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De Robinson Kanes a 08.02.2018 às 12:57

Guerras de poder sindicais e partidárias daqueles que se dizem os partidos dos trabalhadores...

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