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19c0078.jpg

 Fonte da Imagem: http://streetetiquette.com/wp-content/uploads/2012/11/19c0078.jpg

 

Cidalina , a  personagem de Robinson Kanes que abriu as portas para uma interpretação séria da época pós-modernista.

Odeceixe Mirror

 

Depois de ler "A Entrevista de Emprego, Apoios e os Pretos de Angola" comecei a encarar a pessoa de José Eduardo dos Santos com amizade.

Luaty Beirão

 

 Uma clara intromissão de uma cidadã portuguesa nos assuntos internos angolanos.

Jornal de Angola

 

 

(Caro leitor, desça as escadas e vá até ao fim deste artigo, ligue a banda sonora e deixe ficar ao longo deste capítulo).

 

Comeram a fruta e o balaio que é a Cidalina ficou chão...

 

Dê-me o seu NIF e cartão de cidadão? – Nova interpelação de Cidalina.

 

Fiz o olhar de quem não estava a perceber, pelo que a Cidalina tomou a iniciativa disse que era para ver junto da Segurança Social se eu tinha apoios! Eu respondi que obviamente não recebia apoios e que provavelmente não teria direito aos mesmos nem queria porque, enfim... Cidalina, olhe para o meu currículo, acho que é óbvio...

 

A Cidalina, não contente com a minha expressão facial, acabou por dizer que com apoios é mais fácil para levar o cliente a decidir. Segundo Cidalina Krugman, o método processa-se da seguinte forma: apresentam-se candidatos que custem o mínimo ao cliente, ou seja, não importa se são bons ou maus, mas que possam levar este a ter apoios do Estado. Por sua vez a organização da Cidalina Krugman, que também faz consultoria nessa área, encaixa mais uns euros (esta parte sou eu a deduzir). O que a Cidalina se esquece é que estivermos perante um bom candidato podemos sempre tentar sugerir o mesmo ao cliente e, quem sabe, aumentar o nosso revenue! Uma espécie de upsell! Ganham todos, o cliente contrata um bom profissional, a Cidalina brilha sem perceber como se recruta e o profissional é bem remunerado e não destrói o mercado.

 

Foi aqui, exactamente aqui, qual Professor José Hermano Saraíva, que percebi porque é que naquela empresa existiam tantos indivíduos com deficiência! A responsabilidade social estava presente porque existiam benefícios da Segurança Social com a contratação destes indivíduos. Ou seja, mais uma daquelas organizações que vive de apoios e sem eles já era.

 

Após a brilhante exposição de "como sacar mais dinheiro ao Estado", Cidalina olhava para mim e para o computador, como quem me dizia “isso vem ou não?”.

 

Pedi à Cidalina que me falasse da posição e a Cidalina falou-me da mesma dizendo que era um novo projecto e que andavam à procura de uma pessoa que ajudasse os novos investidores que nada sabiam do negócio (Cidalina tem a certeza que quer um estagiário?). 

 

Fantástica descrição, porque se ficou por isto mesmo, ipsis verbis.

 

No entanto, e numa tentativa de me abraçar neste "tango fatal", de me colocar pressão nas pernas, Cidalina foi mais longe e disse-me que recebia muitos currículos. Currículos de muita gente e com mais experiência. Deixei a Cidalina conduzir a dança qual senhora de meia-idade marota nas matinées dançantes do Mercado da Ribeira, até que percebi que o climax da entrevista ainda não tinha chegado, ao contrário do que eu pensava -  senão que Cidalina tem esta brilhante afirmação:

 

-Sabe, antes colocava-mos um anúncio apareciam dois ou três, agora com aqueles que vieram lá dos pretos, temos centenas de gente muito boa. Até tenho vergonha de lhes dar algumas posições quando os recebo aqui. Sabe que os salários em Portugal são uma porcaria, não sabe? Coitadinhos.

 

Posto que o meu interesse já tinha caído há muito pensava não estar a disfarçar o meu espanto, mas estava, porque a Cidalina continuou:

 

-Temos currículos muito bons, então estes que vieram lá dos pretos são mesmo bons. É uma pena, eles estão todos a voltar. Mas desde que os pretos de Angola os mandaram embora...

 

O meu interior ria-se desalmadamente, penso que nem consegui disfarçar um sorriso ou outro, sobretudo quando Cidalina enfatizou o "vieram lá dos pretos, lá dos pretos". Por outro lado, a veia colonialista da senhora estava bem presente no seu discurso acerca dos “Pretos de Angola”. Também estava presente que, para Cidalina, os "pretos" só existem em Angola e que África é constituida somente por Angola, Moçambique e Cabo Verde, onde Cidalina terá ido passar umas férias...

 

-Pois, e outros que nem lhes pagam! Aquilo lá está mau. Coitados! - Atira o Robinson mais umas cavacas de lenha de pinheiro para a fogueira.

 

Cidalina entusiasma-se e continua a sua dissertação sobre os espoliados pelos pretos de Angola, de como deve ser dificil ir para um país daqueles e vir de lá sem dinheiro  - "Maldita Pretalhada"!

 

Techila nizala zalaya frutas de vontade... Ai Curruuuuuumba!

 

Amanhã, o último capítulo...

 

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51 comentários

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De Rita PN a 31.05.2017 às 09:44

Bom, achei eu que tinha acordado com o carborar refeito de ontem, mas eis que me deparo com isto e ele volta a entupir...
Mas... Mas... Mas que raio vem a ser isto? É para um programa de humor não é? Vá Robinson confessa, andas a fazer scatch's com a dona Cidalina.
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 10:19

Confesso que além de alguma brilhantina, não estou a colocar mais nada… É irreal, e apesar de ter abandonado a entrevista a rir fiquei a pensar: "como é possível".
O recrutamento é uma coisa muita séria para ser entregue aos "bichos".
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De Rita PN a 31.05.2017 às 10:38

Isto é grave... mas só para rir de facto! Como é possível? Que o departamento de recursos humanos apresenta, por norma, alguns lapsos não é novidade. Mas este recrutamento é... é surreal. Acontece-te com cada uma em entrevistas que vai lá vai... pergunto-me para onde é que tu andas a enviar candidaturas... e mais me pergunto, como é que tu estás desempregado?
Agora estou ansiosa por ler o desfecho amanhã. Ainda vai surpreender não é? :-)
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 10:47

Porque não aceito "presentes" de amigos e/ou conhecidos. Respondendo à tua questão. Posso estar errado, mas não concebo um emprego sem ir à luta! Também não concebo um emprego só porque sim, títulos e outras mordomias não são suficientes para me "comprarem".

Vai surpreender, claro…

Não é surreal, quem decida entrar no mercado arrisca-se a apanhar com isto. Escuto algumas de conhecidos que são de bradar aos céus. Um dia prometo colocar aqui algumas com autorização dos mesmos e com o "remake" devido.
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De Rita PN a 31.05.2017 às 11:00

E eu hei-de continuar na mesma por motivos semelhantes... deixa lá, não és o único.

Ahahahaha quero muito ler esse "remake". Só não é surreal porque, infelizmente, se tornou banal encontrar essas situações. Agora, normais não são, com toda a certeza. É isso e a questão dos CV's. Já constatei inúmeras empresas que não olham ao CV e que optam por avaliar o candidato através das redes sociais, rede de contactos e influências, comportamento nessas mesmas redes e depois confrontam a primeira avaliação com a avaliação pessoal e profissional em entrevista.
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 11:15

Existem várias situações:

-Com base somente no screening de CV's;
-Com base numa rede de contactos;
-Com base em referências;
-Com base em redes sociais;
-E claro, com base em outras situações.

O Screening olha para um CV e decide. É necessário? É, mas não tem em conta traços de personalidade.
A rede de contactos permite que de futuro também eu possa ser beneficiado. Sou contra, sobretudo quando o intuito subjacente é esse.
As referências? Pela experiência que tenho tido, as referências muitas vezes são baseadas em amizades. Mas também são baseadas em competências reconhecidas, atenção. Já vi muitos indivíduos também serem referenciados para ver se saem de vez de determinada empresa ou mercado ;-)

As redes sociais valem o que valem. Aí teria em conta alguns aspectos de exposição e eventualmente uma "saída" ou outra, mas não posso esquecer que as redes sociais, na sua maioria são apenas uma imagem que se quer construir e não a realidade.

Temos situações em que o recrutador quer é despachar serviço. Se quer despachar serviço, liga ao amigo/conhecido e faz o dois em um. Obtém um favor e fecha a vaga… Esquece-se é muitas vezes de fazer o trabalho e isso acaba por ter consequências no "turnover".

Dizer que os contactos são a melhor solução é falacioso. Pode ser a melhor solução para a minha pessoa arranjar um emprego, mas também podem ser uma má solução para a entidade empregadora. Parte-se do principio que o mundo é perfeito e, sobretudo num país latino como Portugal, não existem almoços grátis! Os favores pagam-se caro! Presto muitos favores, mas no que a emprego concerne recuso-me! Posso abrir uma excepção referindo alguém, mas fico-me por aí e peço sempre que levem a pessoa a jogo com outros.

O mundo não é perfeito e os recursos humanos também não. Quando alguém recomenda outrem, muitas são as vezes que não o faz pelas competências desse indivíduo.

Depois temos outra questão: as redes de contactos e contratação deste e daquele por recomendação de "x" leva a que se instalem autênticos grupos que causam entropia nas organizações e, em muitos casos, até situações mais gravosas. Saber gerir isso requer muitos cuidados. Não são poucos os gestores que se encontram a braços com situações que têm uma "máfia" dentro de uma organização e cuja dificuldade em proceder ao desmembramento é grande. Falo com conhecimento de causa, pois já fui abordado no sentido de apoiar na resolução dessas situações.

Eu próprio já me debati com situações dessas. Limpar a "casa" levou a uma aumento de 35 a 40% no "revenue" e as vendas não aumentaram assim tanto para justificar isso.

Ver o mundo como um local cor-de-rosa, ou querer ver o mesmo porque é politicamente correcto, não nos permite ver os problemas. E digo isto como pessoa optimista.
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De Anónimo a 31.05.2017 às 11:59

Uma visão bem real.Não me admira que em Portugal tenha de passar por isto.Não desista mantenha a sua integridade,profissionalismo e humor.Pense em ir embora.
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 13:24

Grato…

Já faltou mais ,-)
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De Chic'Ana a 31.05.2017 às 09:50

Demasiado insólito, a sério!

As empresas cada vez mais procuram os apoios sociais possíveis. Se for necessário todos os colaboradores apresentam algum tipo de deficiência... Não digo que esteja errado contratar os mesmos, mas parece que são tratados como escravos...
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 10:20

Se fosse só isto, ainda eu me sentia bem. Eu temo é que este não seja um caso único.

Eu defendo os apoios sociais como prémios e para organizações com uma certa dimensão. Não defendo que existam organizações que não se consigam segurar no mercado sem esses apoios. Isso é um distorcer do mercado e da economia.
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De Ana Patricio a 31.05.2017 às 10:11

Como começar bem a manhã eheheh
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 10:20

Gosto de ver que está bem disposta :-)
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De Sónia Pereira a 31.05.2017 às 10:11

Devias ganhar um prémio por teres levado esta entrevista até ao fim. A sério. Isto é que foi uma verdadeira prova de superação humana. Definitivamente, «os pretos de Angola» teria sido demais para mim. Mas que aventesma que esta mulher é. Inacreditável.

E depois é assustador perceber que este tipo de empresas realmente não dá qualquer valor à competência das pessoas que procuram, que só querem saber da questão do financiamento/mão de obra barata. A ignorância começa a parecer uma espécie de mais valia e também uma bênção. Que mundo estranho...
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 10:27

Achas que não ficava até ao fim? Isto era melhor que um filme.

A questão aqui, e mais preocupante, é que não estamos perante o cliente final e, a não ser que seja este o desejo do mesmo, é um péssimo serviço que é prestado. Aposto que a Cidalina não deve ter passado por uma entrevista para estar naquele lugar e pior que isso ainda é a imagem que passa da organização. É óbvio que aqui não a menciono, mas nos meios que frequento não terei a mínima inibição em fazer isso.

E no fundo, é como já disse à Chic'Ana… Eu até percebo os incentivos à contração, os estágios e os apoios, entendo. Entendo numa lógica de prémio, de alavanca para projectos com relevância, não entendo como forma de segurarem organizações e da vida das mesmas depender disso.

Existem muitas organizações em Portugal que se perderem os apoios do Estado deixam de existir e é isso que não pode suceder...
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De Maria a 31.05.2017 às 11:59

Se ontem já estava pasmada, hoje ganhei uma "tendinite" no maxilar por ter ficado tanto tempo de queixo caido...
Tu gostas, isto dá-te gozo :D caso contrário tinhas virado costas há muito!...
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 13:24

Claro que a partir de um certo ponto começou a dar-me gozo.

O anúncio foi hoje colocado novamente "online" ahahahahahahah
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De Maria a 31.05.2017 às 16:59

Acredito!
Parece que não encontraram o candidato que procuravam ;) - Parvos!
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 18:55

Sim. Eu enviei um email no dia seguinte a dizer que não estava interessado. No entanto, é possível que outros candidatos também tenham achado a entrevista ridícula, ou as condições não fossem as melhores já no cliente final.

Para mim, parvo seria continuar em tal processo.
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De fashion a 31.05.2017 às 14:03

Nem sei que diga, tal é a minha indignação... beijinhos, Rob.
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 14:54

Ri-te! Não te indignes… O objectivo aqui não é esse :-)
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De Kalila a 31.05.2017 às 14:31

Essa coisa dos incentivos fez com que recentemente se contratassem desempregados de longa duração e com uma certa idade que sendo improdutivos ou mesmo incompetentes era impossível dispensar. Assisti a um caso gritante de falsos testemunhos e injustiça (que meteu polícia e tudo) para se livrarem de alguém que não era bom funcionário mas era uma pessoa honesta e ficou assim na sujeira e sem poder provar a própria inocência. Outros há que passam por idênticas situações mesmo sendo bons funcionários só porque aquilo dura um x tempo e há que renovar o incentivo. O mesmo se passa com os 1ºs empregos. Os incentivos dessas contratações escondem um mundo de irregularidades e imoralidades. Já há empresas de RH que, pura e simplesmente, se recusam a recrutar pessoas nessas condições por tudo o que está adjacente. Isso faz com que essas leis em vez de ajudarem o panorama nacional ainda o tornem mais descabido. Enfim...
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 15:01

Sou da opinião que devemos defender sempre os nossos direitos mas… Quando uma organização não nos quer, o que é que lá estamos a fazer? O ideal é abandonar, nem que o desenrolar de eventuais crimes ou outras práticas se decida a posteriori. Eu sei que não é fácil, sobretudo se existirem factores como a idade… Penso que o ideal é não ficarmos agarrados a uma situação que nunca é boa para ninguém.

Alguns incentivos têm limites, outros não… Não é de todo anormal que algumas organizações (sobretudo pequenas organizações e já nem falo de "not-for-profit") de 6 em 6 ou de 12 em 12 estejam a recrutar com incentivos do Estado para a mesma posição. O incentivo é isso, um incentivo e não tem de ser uma prática corrente. Até porque estes incentivos são pagos com os impostos das organizações e dos colaboradores destas… Perante esses factos estamos a financiar eternamente organizações cujo saldo produtivo para o país é baixo. Muitas delas nem estratégicas são...

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De Kalila a 31.05.2017 às 16:05

Poucas são as que precisam, chama-se "chupismo", meu querido amigo. Isso e pagar o menos possível, mesmo empresas de renome e boa situação económica.
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 15:02

Ah! Ri-te um bocadinho também. Esse é o objectivo desta história… Embora já tenhamos aqui assistido a boas interpretações da realidade.
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De Kalila a 31.05.2017 às 16:07

A "Cidalina" dava um bom filme, sim. Era uma trágico-comédia, ahahah!
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 16:35

Uma "sitcom", já disseram por aqui...
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De HD a 31.05.2017 às 18:51


Bem disseste que a procissão ainda ia no adro...
E aquele upselling de racismo plus extorsão ao Estado?!?!!

For real?! xD

*cartão de cidadão
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 18:58

Sinceramente nem sei se é racismo se é mesmo uma mentalidade apertada entre o eixo Oeiras-Sacavém :-)

"Carão" estava muito bom. Tenho de me dedicar mais a isto.
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De HD a 31.05.2017 às 19:11

Escolher ser ignorante equivale a algum tipo de racismo ;p

Robinson, já pensaste bem no que andas a desvendar? :D
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 21:19

Quanto mais não seja consigo próprio…

Nomeadamente?
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De HD a 31.05.2017 às 22:06

Os recursos humanos de muitas 'paróquias' ainda praticam estes regimes!
Sinceramente, acho um insulto horrendo estas alusões cidalinas 'aos pretos'. Muito mau!
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 22:18

Eu até percebo (ou não) que exista algum… Preconceito? O que eu não consegui entender, não no momento porque aí estava a gozar o prato, foi o total à vontade. Nunca sabemos quem está à nossa frente, mesmo que depois seja o "diz que disse".
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De HD a 31.05.2017 às 22:21

Isso, a total displicência de abordagem e escárnio gratuito...
Custa-me, muito, a entender!
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 22:24

Eu vejo isto de três formas:

-Falta de profissionalismo atroz;
-Mentalidade retrógrada e provinciana;
-Sensação de impunidade.
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De HD a 31.05.2017 às 22:26

É completamente isso... vou escolher colocar a minha revolta na terceira! grrrr -.-
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 22:29

Sensação de impunidade é uma das coisas que me tira do sério. Pouca coisa o consegue, aprendi a dar pouca importância a muita coisa, mas essa… :-)
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De HD a 31.05.2017 às 22:34

Quando alguém se coloca no pedestal de o poder fazer arbitrariamente...
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 22:50

As quedas do pedestal também são grandes quedas :-)
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De HD a 31.05.2017 às 22:54

Concordo, agora fizeste-me lembrar (não me perguntes porquê!) a queda da estátua do Saddam Hussein: uma queda em bloco maciço e simbólico :)
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 22:58

E o início de uma guerra que ainda dura...
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De HD a 31.05.2017 às 23:02

Diferentes campos de batalha, mas iguais cruzadas intermináveis...
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 23:13

Desde que ando a ouvir pessoas a incentivarem uma nova Cruzada… Já não digo nada...
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De HD a 31.05.2017 às 23:19

Isto está mesmo preocupante... :\
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De Robinson Kanes a 01.06.2017 às 09:04

A ver vamos, como diz o cego…
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De HD a 01.06.2017 às 18:37

A seu tempo... ;)
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De O ultimo fecha a porta a 31.05.2017 às 22:06

Deus Meu, ao menos essa admite o que faz. Ia contar-te a minha história de uma entrevista de cunhas, mas ia ficar muito longa e conto-a no meu post de hoje.
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De Robinson Kanes a 31.05.2017 às 22:15

Vou esperar então :-)
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De Maria Araújo a 05.06.2017 às 19:11


A única palavra que me veio à mente quando li " estes que viram lá dos pretos..." foi : estúpida.
Uma cena surreal, Robinson.
Vou passar ao último capítulo.
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De Robinson Kanes a 05.06.2017 às 19:12

Eu acredito que é mesmo uma mente tacanha. Só isso.

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